Quantas noites em claro, regadas a caviar e champagne, foram necessárias até que eu compreendesse, finalmente, o funcionamento da engrenagem que move o mundo.
Ao contrário do que muita gente boa poderia pensar, não são os governos nacionais, ou seus representantes, que comandam as nações...
Alguns expertos alegariam: “Ah! Isso é de conhecimento público! São os bancos, ou os conglomerados financeiros, que ditam as regras”, mas isto também não é exato.
E por trás das cortinas das instituições, que não tem rostos limpos, mas apenas sorrisos obscuros?
Bem, eu poderia explicar que sempre houve inúmeras sociedades secretas, herméticas, verdadeiras seitas esotéricas, que atuam neste mundo desde que o homem aqui chegou, há milhares ou milhões de anos...
São três incógnitas que precisaríamos esclarecer, e todas elas envoltas em obscuridade e divergência.
Algumas dessas seitas trabalham em prol do ser humano, para que este evolua com a certeza de que ele não passa de uma fagulha da grandeza de Deus, sujeito a algumas leis imutáveis, tais como a reencarnação e a do eterno retorno, seja do bem ou do mal, e para que este orbe periférico, ainda involuído, possa abrir sua visão estreita dentro de um universo convergente com a lei maior, a do amor.
Porém o contrário também existe, ou seja, aquelas seitas que trabalham pelo obscurecimento mundial, pela manutenção de um status quo trevoso, inimigo das luzes, e, ao que tudo indica, são esses grupos que ainda detém o poder neste mundo.
Esta é a conclusão a que chegamos, após inúmeras conversas entre nós, Cinthia e eu, desde aquele fatídico dia num hotel de Buenos Aires.
Cinthia revelou-me muito mais, abriu seu coração, franqueou-me seus diários pessoais, e talvez este tenha sido o seu erro capital. Uma espiã que detinha a carga de segredos de estado como os que ela abrigava, não poderia revelar isto a uma única fonte, como ela fez, por mais que ela tivesse absoluta confiança em mim. E agora que ela se foi, e a minha própria vida vai se esvaindo aos bocadinhos, é justo que o mundo entenda, de uma vez por todas, quem dá as cartas nesta esfera.
Ao longo se séculos, dezenas de livros tentaram contar esta verdade aos homens; muitos a censuraram, reforçando a política de silêncio imposta aos pobres mortais ao longo de milênios; outros colocaram certas palavras rituais, poções de abertura de canais de clarividência, proibidos aos não iniciados, em livros criptografados somente acessíveis àqueles que conheciam o segredo e as chaves de abertura. Quando esses livros falavam às claras, foi preciso que tais fraternidades das trevas atuassem em vários sentidos, a maioria deles de fácil dedução, entretanto, o meio mais econômico e fácil de deter que tal conhecimento se espalhasse, foi mesmo através de incêndios. Bibliotecas inteiras queimaram com o correr dos séculos, como aconteceu com a de Alexandria na antiguidade, e em mais de uma oportunidade!
Muitos estudiosos, alquimistas ou não, debruçaram-se sobre esses livros amaldiçoados, e muitos perderam as vidas...
Escritos cujos quais não se conhecem a origem, nem a linguagem, foram traduzidos, revelando aos adeptos os segredos para se atingir um poder só dispensado aos “escolhidos”. Dispositivos mágicos foram desenterrados dos arquivos de uma história oculta, ou das entranhas da terra, para auxiliar na busca desses peregrinos...
Muitos desses objetos mágicos não chegaram até nossos dias, mas os que sobreviveram deram origem à lendas e histórias que ficaram imortalizadas pela pena de escritores inventivos, muitos deles igualmente “iniciados”. É o caso da lenda do espelho mágico, quando um mago fala ao Mestre encerrado no interior do espelho, contando-lhe segredos e fórmulas mágicas para combater a magia negra e os inimigos da luz. Algumas vezes a temática é exatamente o contrário.
Estas histórias, querido autor deste fantástico blog “Senhor das Águas”, que se propõe a abrir os olhos dos cegos que pululam a nossa volta, pasme, são verdadeiras, e foi acreditando nelas que os iniciados nazistas começaram a sua busca pensando em descobrir o graal, e terminaram num reinado de terror.
Desta busca inicial, Hitler foi apenas uma ferramenta tímida, o chamado “boi de piranha”, que dá a cara para bater e a cabeça para enforcar...
E esta a história que eu passarei a contar a seguir...
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
O QUE HÁ POR TRÁS DO ESPELHO MÁGICO - CONTINUAÇÃO
À princípio eu meditei muito sobre aquele tsunami de emoções que ameaçavam me tragar para o fundo do mar revolto... E ainda tive que disfarçar, provavelmente não tão bem como Cinthia fazia, uma indiferença sobre aquele assunto, até que eu decidisse o que fazer com aquelas novidades “promíscuas”, pois ela acabava de retornar do seu capuccino.
Como lidar com uma situação que não é exatamente aquela que você costuma observar pela janela, da realidade cotidiana das pessoas, das ruas? Colocado de outra maneira: uma pessoa normal como eu, ainda que diplomata, e habituado a um universo um tanto diferente do vulgo, acostumada a lidar com pessoas que decidem o destino do planeta, mas que nunca acreditou em tapetes voadores, de repente, constata que, não só os tapetes voadores existem, como também os Merlins que os fazem voar, e os dragões que cospem fogo.
Deveria contar a ela que vi o que não deveria?
Para encerrar, ainda sobre o encontro com o nazista, que não durou muito: ele lhe revelou uma coisa que, sozinha, pode se transformar num capítulo a parte destes depoimentos.
Ele disse textualmente a ela antes de desaparecer: “A Sociedade do Vril continua viva e atuante”.
O que ele quis dizer com isto?
Mais tarde veremos. Porém, antes, havia tantas informações truncadas, como por exemplo, aquela que forneceu o título desta história, cujo esclarecimento, devo dizer, ainda não compreendo muito bem. Não sei por que, mas, em minha opinião, Cinthia esperava ansiosamente que uma pessoa como eu entrasse na sua vida para compartilhar esses segredos ou angústias...
Como lidar com uma situação que não é exatamente aquela que você costuma observar pela janela, da realidade cotidiana das pessoas, das ruas? Colocado de outra maneira: uma pessoa normal como eu, ainda que diplomata, e habituado a um universo um tanto diferente do vulgo, acostumada a lidar com pessoas que decidem o destino do planeta, mas que nunca acreditou em tapetes voadores, de repente, constata que, não só os tapetes voadores existem, como também os Merlins que os fazem voar, e os dragões que cospem fogo.
Deveria contar a ela que vi o que não deveria?
Para encerrar, ainda sobre o encontro com o nazista, que não durou muito: ele lhe revelou uma coisa que, sozinha, pode se transformar num capítulo a parte destes depoimentos.
Ele disse textualmente a ela antes de desaparecer: “A Sociedade do Vril continua viva e atuante”.
O que ele quis dizer com isto?
Mais tarde veremos. Porém, antes, havia tantas informações truncadas, como por exemplo, aquela que forneceu o título desta história, cujo esclarecimento, devo dizer, ainda não compreendo muito bem. Não sei por que, mas, em minha opinião, Cinthia esperava ansiosamente que uma pessoa como eu entrasse na sua vida para compartilhar esses segredos ou angústias...
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
O QUE HÁ POR TRÁS DO ESPELHO MÁGICO - CONTINUAÇÃO
É como estar com sede debaixo de uma cachoeira...
Quase tive uma síncope!
Não podia acreditar no que via ali escrito...
Cinthia... Uma espiã a serviço do governo dos Estados Unidos da América! Incrível! Fantástico!
Eram tantas informações surpreendentes em tão pouco tempo, que eu mal conseguia concatenar as ideias naquele momento...
Percorri aquelas tantas páginas escritas à mão como se fosse um piloto de corrida...
Até que me detive em particular naquela missão específica realizada em Bariloche, que eram exatamente as últimas anotações do diário...
Sabe qual foi a missão que obrigou Cinthia a estar em Bariloche?... É tão simples como beber um copo d’água...
Lembra-se quando eu citei aquela manchete de jornal argentino, que afirmava que um criminoso de guerra nazista havia sido localizado em Bariloche?
Pois Cinthia tinha a missão de confirmar a presença deste indivíduo e avisar às autoridades americanas. O que viria depois não era mais trabalho dela, portanto eu não sei o que foi feito dele. Foi por isso que ela fez tanta questão de esticar nossa estada até Bariloche, uma cidade deserta naquele ano. Somente desta forma ela poderia esbarrar com o sujeito num dos hotéis da cidade, e foi exatamente o que aconteceu! Ela conversou com ele inclusive! Para ter certeza que estava lidando com a personagem certa.
E havia muito mais naquelas anotações sobre a missão de Bariloche... Parece que o espião profissional possui um sortilégio de indagações peculiares que lhe permite chegar ao cerne daquilo que ele procura descobrir, como um jogo de perguntas e respostas, e o foragido nazista, mesmo com quase oitenta anos, percebeu muito bem quem era na verdade Cinthia, o que ela representava, tanto que procurou se livrar da estrela e voltou a sumir no mapa.
Mas esta seria apenas uma das tantas revelações que abalariam minha confiança no mundo e nos homens...
Quase tive uma síncope!
Não podia acreditar no que via ali escrito...
Cinthia... Uma espiã a serviço do governo dos Estados Unidos da América! Incrível! Fantástico!
Eram tantas informações surpreendentes em tão pouco tempo, que eu mal conseguia concatenar as ideias naquele momento...
Percorri aquelas tantas páginas escritas à mão como se fosse um piloto de corrida...
Até que me detive em particular naquela missão específica realizada em Bariloche, que eram exatamente as últimas anotações do diário...
Sabe qual foi a missão que obrigou Cinthia a estar em Bariloche?... É tão simples como beber um copo d’água...
Lembra-se quando eu citei aquela manchete de jornal argentino, que afirmava que um criminoso de guerra nazista havia sido localizado em Bariloche?
Pois Cinthia tinha a missão de confirmar a presença deste indivíduo e avisar às autoridades americanas. O que viria depois não era mais trabalho dela, portanto eu não sei o que foi feito dele. Foi por isso que ela fez tanta questão de esticar nossa estada até Bariloche, uma cidade deserta naquele ano. Somente desta forma ela poderia esbarrar com o sujeito num dos hotéis da cidade, e foi exatamente o que aconteceu! Ela conversou com ele inclusive! Para ter certeza que estava lidando com a personagem certa.
E havia muito mais naquelas anotações sobre a missão de Bariloche... Parece que o espião profissional possui um sortilégio de indagações peculiares que lhe permite chegar ao cerne daquilo que ele procura descobrir, como um jogo de perguntas e respostas, e o foragido nazista, mesmo com quase oitenta anos, percebeu muito bem quem era na verdade Cinthia, o que ela representava, tanto que procurou se livrar da estrela e voltou a sumir no mapa.
Mas esta seria apenas uma das tantas revelações que abalariam minha confiança no mundo e nos homens...
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
O QUE HÁ POR TRÁS DO ESPELHO MÁGICO - CONTINUAÇÃO
As aparições públicas de Cinthia acabaram-se como que por enquanto.
De repente, ela se cansara de Bariloche. Eu poderia estranhar esta atitude dela se isto não houvesse ocorrido antes, mas o verdadeiro motivo eu somente desvendaria depois de ter o diário dela em minhas mãos...
E isto, como muitas coisas que acontecem em nossas vidas, foi um ato ridículo de Mestre Acaso...
Ela, simplesmente, havia cumprido sua missão. Por isso queria ir embora, pois nossa passagem por Bariloche não passara de rotina para ela.
Já estávamos de volta num hotel no Centro de Buenos Aires. No dia seguinte retornaríamos para os Estados Unidos. Eu, para Nova York, ela tomaria sua conexão para Los Angeles.
Cinthia descera ao restaurante do hotel para tomar um capuccino. Dizia-se com dor de cabeça e queria ficar sozinha. Ela tinha dessas coisas, eu costumava respeitar.
Eu fiquei no quarto e tentei assistir um pouco da programação da televisão argentina. Digo que tentei porque, como muitos dos meus colegas, era-me difícil compreender o espanhol falado na argentina, cheio de gírias e inversões idiomáticas, o que me fez adormecer antes do tempo.
Cinthia demorou-se muito naquele dia. Cheguei a pensar que, por motivo de uma daquelas muitas crises que abalam a psique dos grandes astros, ela tivesse me largado na Argentina. Acho que foi um pesadelo, porque acordei no meio da noite sobressaltado, e fui conferir se suas coisas ainda estavam no quarto...
Então me deparei com um livrinho com capa de couro preto em cima de uma espécie de penteadeira que imitava a mesa da coxia dos teatros, cheias de lâmpadas e espelhos translúcidos. Aliás, acho que foi por isso que ela gostara daquele quarto. Para mim, com tantos anos de janela, todos os quartos de hotel eram como folhas de papel em branco de um mesmo caderno.
Uma comichão insuperável fez-me tomar aquele livrinho em minhas mãos, hábito que eu não cultivava...
Sabe quando uma pessoa diz-se descrente da existência de Deus e um belo dia Ele se materializa bem na sua frente e lhe estende a mão...?
– Muito prazer. Deus.
Pois foi justo o que me ocorreu tão logo eu comecei a folhear o diário de Cinthia...
De repente, ela se cansara de Bariloche. Eu poderia estranhar esta atitude dela se isto não houvesse ocorrido antes, mas o verdadeiro motivo eu somente desvendaria depois de ter o diário dela em minhas mãos...
E isto, como muitas coisas que acontecem em nossas vidas, foi um ato ridículo de Mestre Acaso...
Ela, simplesmente, havia cumprido sua missão. Por isso queria ir embora, pois nossa passagem por Bariloche não passara de rotina para ela.
Já estávamos de volta num hotel no Centro de Buenos Aires. No dia seguinte retornaríamos para os Estados Unidos. Eu, para Nova York, ela tomaria sua conexão para Los Angeles.
Cinthia descera ao restaurante do hotel para tomar um capuccino. Dizia-se com dor de cabeça e queria ficar sozinha. Ela tinha dessas coisas, eu costumava respeitar.
Eu fiquei no quarto e tentei assistir um pouco da programação da televisão argentina. Digo que tentei porque, como muitos dos meus colegas, era-me difícil compreender o espanhol falado na argentina, cheio de gírias e inversões idiomáticas, o que me fez adormecer antes do tempo.
Cinthia demorou-se muito naquele dia. Cheguei a pensar que, por motivo de uma daquelas muitas crises que abalam a psique dos grandes astros, ela tivesse me largado na Argentina. Acho que foi um pesadelo, porque acordei no meio da noite sobressaltado, e fui conferir se suas coisas ainda estavam no quarto...
Então me deparei com um livrinho com capa de couro preto em cima de uma espécie de penteadeira que imitava a mesa da coxia dos teatros, cheias de lâmpadas e espelhos translúcidos. Aliás, acho que foi por isso que ela gostara daquele quarto. Para mim, com tantos anos de janela, todos os quartos de hotel eram como folhas de papel em branco de um mesmo caderno.
Uma comichão insuperável fez-me tomar aquele livrinho em minhas mãos, hábito que eu não cultivava...
Sabe quando uma pessoa diz-se descrente da existência de Deus e um belo dia Ele se materializa bem na sua frente e lhe estende a mão...?
– Muito prazer. Deus.
Pois foi justo o que me ocorreu tão logo eu comecei a folhear o diário de Cinthia...
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
O QUE HÁ POR TRÁS DO ESPELHO MÁGICO - CONTINUAÇÃO
Foram duas das melhores semanas da minha vida...
Uma pena que a vida conjugal não seja feita de capítulos eternos como esses, em que sua magnitude avassaladora, por mais efêmeros que sejam esses momentos de prazer, parece tocar-nos um ínfimo instante mágico de imortalidade, que nos faz sentir seres infinitos.
Eu e Cinthia parecíamos mesmo feitos um para o outro. Mas então chegou a hora do trabalho para ela, o seu verdadeiro trabalho, quer dizer, eu não sabia disso ainda, como depois se me desvelou, no entanto, desde nossa chegada ao Rio de Janeiro, antes de qualquer coisa, tivemos problemas com nossa privacidade.
Foi preciso contar com segurança particular, feita pela polícia brasileira, para usufruirmos um pouco de sossego. Cinthia era mesmo muito popular.
Uma semana mais tarde, entretanto, em Bariloche, a tranquilidade foi quase absoluta, porquanto a cidade estivesse jogada às baratas.
Começava, então, o jogo de gato e rato iniciado desde os primeiros momentos que tocamos o solo argentino...
O que para mim soou ilógico, porque eu não conseguia compreender a insistência de Cinthia em virmos a Bariloche naquela época do ano, tampouco o balé das aparições públicas dela, coisa que ela evitara ao máximo até aqui.
Por que Cinthia insistia tanto em esquiar num verão atípico, em que a neve era pouco ou nenhuma?
Uma nota de um jornal argentino me daria uma pista, ainda que naquele momento, em particular, eu não soubesse interpretar devidamente a “estória”: “um dos maiores carrascos nazistas na segunda guerra, como já se tornou praxe, aliás, na Argentina, passa uma temporada tranqüila na estância turística de Bariloche. Ele foi identificado por agentes israelenses do MOSSAD, o serviço secreto de Israel, e, aparentemente, age como se não tivesse nada a temer... Por quê?”
Também eu não estava apto a responder àquela pergunta naquele momento específico.
Todavia, eu estava prestes a fazer uma das maiores descobertas da minha vida, quiçá, de todos os tempos...
Uma pena que a vida conjugal não seja feita de capítulos eternos como esses, em que sua magnitude avassaladora, por mais efêmeros que sejam esses momentos de prazer, parece tocar-nos um ínfimo instante mágico de imortalidade, que nos faz sentir seres infinitos.
Eu e Cinthia parecíamos mesmo feitos um para o outro. Mas então chegou a hora do trabalho para ela, o seu verdadeiro trabalho, quer dizer, eu não sabia disso ainda, como depois se me desvelou, no entanto, desde nossa chegada ao Rio de Janeiro, antes de qualquer coisa, tivemos problemas com nossa privacidade.
Foi preciso contar com segurança particular, feita pela polícia brasileira, para usufruirmos um pouco de sossego. Cinthia era mesmo muito popular.
Uma semana mais tarde, entretanto, em Bariloche, a tranquilidade foi quase absoluta, porquanto a cidade estivesse jogada às baratas.
Começava, então, o jogo de gato e rato iniciado desde os primeiros momentos que tocamos o solo argentino...
O que para mim soou ilógico, porque eu não conseguia compreender a insistência de Cinthia em virmos a Bariloche naquela época do ano, tampouco o balé das aparições públicas dela, coisa que ela evitara ao máximo até aqui.
Por que Cinthia insistia tanto em esquiar num verão atípico, em que a neve era pouco ou nenhuma?
Uma nota de um jornal argentino me daria uma pista, ainda que naquele momento, em particular, eu não soubesse interpretar devidamente a “estória”: “um dos maiores carrascos nazistas na segunda guerra, como já se tornou praxe, aliás, na Argentina, passa uma temporada tranqüila na estância turística de Bariloche. Ele foi identificado por agentes israelenses do MOSSAD, o serviço secreto de Israel, e, aparentemente, age como se não tivesse nada a temer... Por quê?”
Também eu não estava apto a responder àquela pergunta naquele momento específico.
Todavia, eu estava prestes a fazer uma das maiores descobertas da minha vida, quiçá, de todos os tempos...
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
O QUE HÁ POR TRÁS DO ESPELHO MÁGICO - CONTINUAÇÃO
Continuando com a série que um certo leitor misterioso deste blog houve por bem enviar-me, quero lembrar mais uma vez aos meus leitores que não sou o autor destas histórias. Aqueles que ainda não estão familiarizados a tudo o que aconteceu anteriormente, eu recomendo que consultem as postagens anteriores a esta.
“Eu a conheci certa feita em Paris...
Era uma atriz americana muito famosa, até hoje. Seus filmes encantavam as multidões. Seu nome enchia qualquer saguão de aeroporto a uma simples menção da imprensa à sua chegada. Não vou citar seu nome, claro, mas vou chamá-la pelo nome já citado no e-mail que deu início a esta série de “depoimentos”: “Cinthia”. Eu sei que o aparecimento desta personagem real irá desencadear muita especulação por toda parte, mas por uma questão de segurança minha e de sua família, não posso realmente mencionar seu nome. Lamento.
Saiba, meu querido Cláudio, que esta linda mulher, que ficou marcada como uma infeliz solitária, porquanto em seus casamentos, envoltos numa encenação perpétua de crises conjugais e até casos de agressão física, fizeram parte de mais um lance sensacionalista do cinema. Tudo engendrado pela CIA! Conquanto sua verdadeira profissão fosse espionar seus colegas de profissão, e isso ninguém sabe até hoje!
Cinthia foi uma das poucas mulheres que eu amei na vida, e como ela fosse espiã, coisa que eu descobri muito depois de iniciarmos nosso relacionamento, confesso que acalento muitas dúvidas acerca dos seus sentimentos em relação a mim. Sabe como é... Ela demonstrava, verdadeiramente, muita paixão, mas ela era atriz duplamente! Sinceramente, aquela dúvida cruel permaneceu no meu coração. Mas isto é uma história que só concerne a mim, e que não tem a dimensão do que estou por revelar...
Cinthia morava em Los Angeles, como a maioria dos astros de Hollywood. Entretanto, num belo dia, na primavera de 1977, nos reencontramos na Broadway, depois de dois longos anos de separação. Ela estava com uma peça em cartaz, porém este encontro não foi programado, quer dizer, não por mim ou por ela, mas porque eu fui assistir ao espetáculo sem saber que ela trabalhava no mesmo...
Depois do espetáculo, e devido a nossa intimidade, ela recebeu-me no camarim. Evidentemente não irei revelar todas as intimidades que existiam entre nós, nem é este o meu intuito, não quero fazer literatura, tampouco pornográfica, ao mencionar aqui as nossas aventuras sexuais, mas foi neste dia, e muito provavelmente devido a este reencontro “caliente”, que combinamos um cruzeiro até o Rio de Janeiro, após encerrada a temporada deste espetáculo dela na Broadway, o que aconteceria por volta do iniciozinho do inverno no hemisfério norte, e que seria verão aqui no Brasil. Depois seguiríamos para Buenos Aires a fim de amenizar o calor.
Nesta viagem, durante o cruzeiro, aconteceu que nos deparamos com um personagem muito curioso, para não dizer suspeito. Ela mo apresentou como sendo um produtor de Hollywood muito seu amigo, porém, algum tempo depois, eu viria saber que a função daquele homem na vida de Cinthia não era bem esta...
Contudo, naquela ocasião, principalmente durante o cruzeiro, em duas oportunidades, para ser mais preciso, eu tive que abrir mão da minha “lua de mel” para que Cinthia conversasse com o sujeito... Em particular. Aquilo que me deixou furioso, porque eu fiquei pensando se acaso eles não teriam sido amantes no passado...
Bem, houve uma mudança de planos, coisa pouca, é verdade, mas o fato é que não havíamos nos programado para ir até Bariloche, ainda mais no verão aqui na América do Sul, o que teoricamente deixaria esta importante instância de veraneio dos argentinos mais vazia...
Pois ela insistiu que fôssemos até lá... Concordei.
Acontece que o “produtor” amigo de Cinthia tinha-lhe passado uma importante missão. Foi nesta época decisiva que eu pus a mão, ou melhor, os olhos, naquilo que iria mudar a minha vida por completo: o diário pessoal dela...”
Esta história continua na semana que vem, gente...
“Eu a conheci certa feita em Paris...
Era uma atriz americana muito famosa, até hoje. Seus filmes encantavam as multidões. Seu nome enchia qualquer saguão de aeroporto a uma simples menção da imprensa à sua chegada. Não vou citar seu nome, claro, mas vou chamá-la pelo nome já citado no e-mail que deu início a esta série de “depoimentos”: “Cinthia”. Eu sei que o aparecimento desta personagem real irá desencadear muita especulação por toda parte, mas por uma questão de segurança minha e de sua família, não posso realmente mencionar seu nome. Lamento.
Saiba, meu querido Cláudio, que esta linda mulher, que ficou marcada como uma infeliz solitária, porquanto em seus casamentos, envoltos numa encenação perpétua de crises conjugais e até casos de agressão física, fizeram parte de mais um lance sensacionalista do cinema. Tudo engendrado pela CIA! Conquanto sua verdadeira profissão fosse espionar seus colegas de profissão, e isso ninguém sabe até hoje!
Cinthia foi uma das poucas mulheres que eu amei na vida, e como ela fosse espiã, coisa que eu descobri muito depois de iniciarmos nosso relacionamento, confesso que acalento muitas dúvidas acerca dos seus sentimentos em relação a mim. Sabe como é... Ela demonstrava, verdadeiramente, muita paixão, mas ela era atriz duplamente! Sinceramente, aquela dúvida cruel permaneceu no meu coração. Mas isto é uma história que só concerne a mim, e que não tem a dimensão do que estou por revelar...
Cinthia morava em Los Angeles, como a maioria dos astros de Hollywood. Entretanto, num belo dia, na primavera de 1977, nos reencontramos na Broadway, depois de dois longos anos de separação. Ela estava com uma peça em cartaz, porém este encontro não foi programado, quer dizer, não por mim ou por ela, mas porque eu fui assistir ao espetáculo sem saber que ela trabalhava no mesmo...
Depois do espetáculo, e devido a nossa intimidade, ela recebeu-me no camarim. Evidentemente não irei revelar todas as intimidades que existiam entre nós, nem é este o meu intuito, não quero fazer literatura, tampouco pornográfica, ao mencionar aqui as nossas aventuras sexuais, mas foi neste dia, e muito provavelmente devido a este reencontro “caliente”, que combinamos um cruzeiro até o Rio de Janeiro, após encerrada a temporada deste espetáculo dela na Broadway, o que aconteceria por volta do iniciozinho do inverno no hemisfério norte, e que seria verão aqui no Brasil. Depois seguiríamos para Buenos Aires a fim de amenizar o calor.
Nesta viagem, durante o cruzeiro, aconteceu que nos deparamos com um personagem muito curioso, para não dizer suspeito. Ela mo apresentou como sendo um produtor de Hollywood muito seu amigo, porém, algum tempo depois, eu viria saber que a função daquele homem na vida de Cinthia não era bem esta...
Contudo, naquela ocasião, principalmente durante o cruzeiro, em duas oportunidades, para ser mais preciso, eu tive que abrir mão da minha “lua de mel” para que Cinthia conversasse com o sujeito... Em particular. Aquilo que me deixou furioso, porque eu fiquei pensando se acaso eles não teriam sido amantes no passado...
Bem, houve uma mudança de planos, coisa pouca, é verdade, mas o fato é que não havíamos nos programado para ir até Bariloche, ainda mais no verão aqui na América do Sul, o que teoricamente deixaria esta importante instância de veraneio dos argentinos mais vazia...
Pois ela insistiu que fôssemos até lá... Concordei.
Acontece que o “produtor” amigo de Cinthia tinha-lhe passado uma importante missão. Foi nesta época decisiva que eu pus a mão, ou melhor, os olhos, naquilo que iria mudar a minha vida por completo: o diário pessoal dela...”
Esta história continua na semana que vem, gente...
sábado, 15 de janeiro de 2011
AFINAL, QUAIS SÃO OS FATOS QUE DESENCADEIAM A HISTÓRIA?
Nada neste universo fenomenal acontece realmente por acaso...
Como também nada se encerra num determinado ponto arbitrário, estabelecido artificiosamente por um ser finito como o homem terrestre.
Os poucos, muito poucos mesmo, aventurosos leitores que acompanham este blog, sabem que a poucas semanas do término de 2010, houve, por assim dizer, a participação de um leitor misterioso... (Ainda hoje eu não conheço a identidade dele)
O primeiro pacote de histórias que este personagem me prometera já está em minhas mãos. Eu, claro, li e reli a narração supostamente verdadeira fornecida por ele, que vocês irão acompanhar ao longo deste ano novo.
Como não existem acasos, no limiar de 2011, mais precisamente, no natal de 2010, meus olhos se depararam com o livro ULTRAMAR SUL: A ÚLTIMA OPERAÇÃO SECRETA DO TERCEIRO REICH. Pedi o livro de presente de amigo oculto familiar... Ganhei-o. Acabo de lê-lo integralmente... (3/1/11)
Simplesmente o livro vem corroborar a história do meu leitor misterioso...
Começo pela conclusão: todos os livros que se propõem elucidar certos mistérios obscurecidos pela política trevosa que governa o mundo, caem, irremediavelmente, num labirinto de enigmas insolúveis...
No caso deste livro em especial, que fala de uma possível e planejada fuga de Hitler da Europa, depois de encerrada a guerra, um caminhão de indícios nos leva na direção proposta pelos autores, isto é, que a chamada operação Ultramar Sul conseguiu, efetivamente, retirar da Alemanha vencida Hitler e sua esposa Eva Braun.
Tal como ocorre nos casos de aparecimentos de OVNIs e/ou contatos com extreterrestres, o volume de depoimentos contraditórios, desmentidos oficiais inverossímeis, provas e contraprovas, forjadas ou não, e o número de mentiras misturadas a fatos verídicos, impedem qualquer pessoa comum tomar uma posição segura em relação ao fato apresentado.
Ao fim e ao cabo, não se tem certeza se Hitler sobreviveu ao III Reich ou não. Continuaremos a alimentar uma suspeita cruel: tanto nos inclinados a concordar com os autores, quanto nos dispostos a divergirem.
Após um volumoso pacote de documentos e outros "achados" compilados pelos autores, paira uma certeza superficial de que os aliados anglossaxônicos acobertaram esta operação secreta devido ao pânico que a ascendente nação soviética causava nas grandes potências capitalistas.
Porém, fazer-nos acreditar que a vista grossa que os aliados e o Vaticano mantiveram durante vários anos em relação aos crimes nazistas só para que o grupelho de derrotados os apoiassem numa futura guerra contra a expansão do comunismo, parece-me argumento um tanto quanto pueril.
Ainda que possamos admitir o ódio convergente de extrema-direita de americanos, britânicos e alemães, nazistas ou não, em relação a ex-União Soviética, não se concebe que esta odiada nação tivesse tanta importância para o mundo de então, principalmente quando se sabe que foram os grandes capitalistas ocidentais que financiaram as indústrias comunistas.
Há algo de podre nos Reinos Conservadores...
Quem pode saber a verdade que se esconde por trás de mais este golpe assestado pela história contra a humanidade...?
Os espíritos dos homens e mulheres que coestrelaram esta comédia pastelão do jogo de interesses das grandes nações...?
Talvez ainda existam documentos secretos desta época que possam nos revelar a verdade...
Mas quem será o Prometeu que nos irá retirar as correntes da ignorância...?
A tal operação "Paperclip", que eu jurava tratar-se de ficção a la Arquivo X, existiu de verdade...
Talvez, em sua gênese, se possa encontrar uma explicação muito mais verossímil para este pacto secreto. Aliás, a tal superioridade tecnológica da Alemanha nazista também interessava aos soviéticos. Até mesmo ao Brasil, se nós fôssemos uma nação organizada nesta época... Eh, Vargas!, que alguns dizem ter sido o melhor presidente do Brasil! E, no entanto, a grande maioria dos gênios alemães desembarcaram mesmo em praias ianques.
Em tempo: a tal operação "Paperclip" consistia em contrabandear as principais mentes científicas da Alemanha nazista para os Estados Unidos.
Era o alemão, nesta época, o povo mais inteligente do mundo? Duvido disso! Então como uma economia, que acabava de renascer do caos imposto pela derrota na primeira guerra, chegou a possuir esta tecnologia tão superior àquela dos demais povos do planeta?
Por que não os Estados Unidos, uma potência emergente, ou o Império Britânico decadente...?
Por que não a França e sua civilização modelar? Ou o Brasil, o Japão, a Itália ou a Jamaica?
Quem sabe algum acontecimento extraordinário, jamais identificado pela história, ou reconhecido por ela, tenha privilegiado justamente os beatíficos povos germânicos...
Que evento sensacional seria este...?
Quem sabe o Senhor das Águas não tenha a resposta...
Como também nada se encerra num determinado ponto arbitrário, estabelecido artificiosamente por um ser finito como o homem terrestre.
Os poucos, muito poucos mesmo, aventurosos leitores que acompanham este blog, sabem que a poucas semanas do término de 2010, houve, por assim dizer, a participação de um leitor misterioso... (Ainda hoje eu não conheço a identidade dele)
O primeiro pacote de histórias que este personagem me prometera já está em minhas mãos. Eu, claro, li e reli a narração supostamente verdadeira fornecida por ele, que vocês irão acompanhar ao longo deste ano novo.
Como não existem acasos, no limiar de 2011, mais precisamente, no natal de 2010, meus olhos se depararam com o livro ULTRAMAR SUL: A ÚLTIMA OPERAÇÃO SECRETA DO TERCEIRO REICH. Pedi o livro de presente de amigo oculto familiar... Ganhei-o. Acabo de lê-lo integralmente... (3/1/11)
Simplesmente o livro vem corroborar a história do meu leitor misterioso...
Começo pela conclusão: todos os livros que se propõem elucidar certos mistérios obscurecidos pela política trevosa que governa o mundo, caem, irremediavelmente, num labirinto de enigmas insolúveis...
No caso deste livro em especial, que fala de uma possível e planejada fuga de Hitler da Europa, depois de encerrada a guerra, um caminhão de indícios nos leva na direção proposta pelos autores, isto é, que a chamada operação Ultramar Sul conseguiu, efetivamente, retirar da Alemanha vencida Hitler e sua esposa Eva Braun.
Tal como ocorre nos casos de aparecimentos de OVNIs e/ou contatos com extreterrestres, o volume de depoimentos contraditórios, desmentidos oficiais inverossímeis, provas e contraprovas, forjadas ou não, e o número de mentiras misturadas a fatos verídicos, impedem qualquer pessoa comum tomar uma posição segura em relação ao fato apresentado.
Ao fim e ao cabo, não se tem certeza se Hitler sobreviveu ao III Reich ou não. Continuaremos a alimentar uma suspeita cruel: tanto nos inclinados a concordar com os autores, quanto nos dispostos a divergirem.
Após um volumoso pacote de documentos e outros "achados" compilados pelos autores, paira uma certeza superficial de que os aliados anglossaxônicos acobertaram esta operação secreta devido ao pânico que a ascendente nação soviética causava nas grandes potências capitalistas.
Porém, fazer-nos acreditar que a vista grossa que os aliados e o Vaticano mantiveram durante vários anos em relação aos crimes nazistas só para que o grupelho de derrotados os apoiassem numa futura guerra contra a expansão do comunismo, parece-me argumento um tanto quanto pueril.
Ainda que possamos admitir o ódio convergente de extrema-direita de americanos, britânicos e alemães, nazistas ou não, em relação a ex-União Soviética, não se concebe que esta odiada nação tivesse tanta importância para o mundo de então, principalmente quando se sabe que foram os grandes capitalistas ocidentais que financiaram as indústrias comunistas.
Há algo de podre nos Reinos Conservadores...
Quem pode saber a verdade que se esconde por trás de mais este golpe assestado pela história contra a humanidade...?
Os espíritos dos homens e mulheres que coestrelaram esta comédia pastelão do jogo de interesses das grandes nações...?
Talvez ainda existam documentos secretos desta época que possam nos revelar a verdade...
Mas quem será o Prometeu que nos irá retirar as correntes da ignorância...?
A tal operação "Paperclip", que eu jurava tratar-se de ficção a la Arquivo X, existiu de verdade...
Talvez, em sua gênese, se possa encontrar uma explicação muito mais verossímil para este pacto secreto. Aliás, a tal superioridade tecnológica da Alemanha nazista também interessava aos soviéticos. Até mesmo ao Brasil, se nós fôssemos uma nação organizada nesta época... Eh, Vargas!, que alguns dizem ter sido o melhor presidente do Brasil! E, no entanto, a grande maioria dos gênios alemães desembarcaram mesmo em praias ianques.
Em tempo: a tal operação "Paperclip" consistia em contrabandear as principais mentes científicas da Alemanha nazista para os Estados Unidos.
Era o alemão, nesta época, o povo mais inteligente do mundo? Duvido disso! Então como uma economia, que acabava de renascer do caos imposto pela derrota na primeira guerra, chegou a possuir esta tecnologia tão superior àquela dos demais povos do planeta?
Por que não os Estados Unidos, uma potência emergente, ou o Império Britânico decadente...?
Por que não a França e sua civilização modelar? Ou o Brasil, o Japão, a Itália ou a Jamaica?
Quem sabe algum acontecimento extraordinário, jamais identificado pela história, ou reconhecido por ela, tenha privilegiado justamente os beatíficos povos germânicos...
Que evento sensacional seria este...?
Quem sabe o Senhor das Águas não tenha a resposta...
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