Foram duas das melhores semanas da minha vida...
Uma pena que a vida conjugal não seja feita de capítulos eternos como esses, em que sua magnitude avassaladora, por mais efêmeros que sejam esses momentos de prazer, parece tocar-nos um ínfimo instante mágico de imortalidade, que nos faz sentir seres infinitos.
Eu e Cinthia parecíamos mesmo feitos um para o outro. Mas então chegou a hora do trabalho para ela, o seu verdadeiro trabalho, quer dizer, eu não sabia disso ainda, como depois se me desvelou, no entanto, desde nossa chegada ao Rio de Janeiro, antes de qualquer coisa, tivemos problemas com nossa privacidade.
Foi preciso contar com segurança particular, feita pela polícia brasileira, para usufruirmos um pouco de sossego. Cinthia era mesmo muito popular.
Uma semana mais tarde, entretanto, em Bariloche, a tranquilidade foi quase absoluta, porquanto a cidade estivesse jogada às baratas.
Começava, então, o jogo de gato e rato iniciado desde os primeiros momentos que tocamos o solo argentino...
O que para mim soou ilógico, porque eu não conseguia compreender a insistência de Cinthia em virmos a Bariloche naquela época do ano, tampouco o balé das aparições públicas dela, coisa que ela evitara ao máximo até aqui.
Por que Cinthia insistia tanto em esquiar num verão atípico, em que a neve era pouco ou nenhuma?
Uma nota de um jornal argentino me daria uma pista, ainda que naquele momento, em particular, eu não soubesse interpretar devidamente a “estória”: “um dos maiores carrascos nazistas na segunda guerra, como já se tornou praxe, aliás, na Argentina, passa uma temporada tranqüila na estância turística de Bariloche. Ele foi identificado por agentes israelenses do MOSSAD, o serviço secreto de Israel, e, aparentemente, age como se não tivesse nada a temer... Por quê?”
Também eu não estava apto a responder àquela pergunta naquele momento específico.
Todavia, eu estava prestes a fazer uma das maiores descobertas da minha vida, quiçá, de todos os tempos...
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
O QUE HÁ POR TRÁS DO ESPELHO MÁGICO - CONTINUAÇÃO
Continuando com a série que um certo leitor misterioso deste blog houve por bem enviar-me, quero lembrar mais uma vez aos meus leitores que não sou o autor destas histórias. Aqueles que ainda não estão familiarizados a tudo o que aconteceu anteriormente, eu recomendo que consultem as postagens anteriores a esta.
“Eu a conheci certa feita em Paris...
Era uma atriz americana muito famosa, até hoje. Seus filmes encantavam as multidões. Seu nome enchia qualquer saguão de aeroporto a uma simples menção da imprensa à sua chegada. Não vou citar seu nome, claro, mas vou chamá-la pelo nome já citado no e-mail que deu início a esta série de “depoimentos”: “Cinthia”. Eu sei que o aparecimento desta personagem real irá desencadear muita especulação por toda parte, mas por uma questão de segurança minha e de sua família, não posso realmente mencionar seu nome. Lamento.
Saiba, meu querido Cláudio, que esta linda mulher, que ficou marcada como uma infeliz solitária, porquanto em seus casamentos, envoltos numa encenação perpétua de crises conjugais e até casos de agressão física, fizeram parte de mais um lance sensacionalista do cinema. Tudo engendrado pela CIA! Conquanto sua verdadeira profissão fosse espionar seus colegas de profissão, e isso ninguém sabe até hoje!
Cinthia foi uma das poucas mulheres que eu amei na vida, e como ela fosse espiã, coisa que eu descobri muito depois de iniciarmos nosso relacionamento, confesso que acalento muitas dúvidas acerca dos seus sentimentos em relação a mim. Sabe como é... Ela demonstrava, verdadeiramente, muita paixão, mas ela era atriz duplamente! Sinceramente, aquela dúvida cruel permaneceu no meu coração. Mas isto é uma história que só concerne a mim, e que não tem a dimensão do que estou por revelar...
Cinthia morava em Los Angeles, como a maioria dos astros de Hollywood. Entretanto, num belo dia, na primavera de 1977, nos reencontramos na Broadway, depois de dois longos anos de separação. Ela estava com uma peça em cartaz, porém este encontro não foi programado, quer dizer, não por mim ou por ela, mas porque eu fui assistir ao espetáculo sem saber que ela trabalhava no mesmo...
Depois do espetáculo, e devido a nossa intimidade, ela recebeu-me no camarim. Evidentemente não irei revelar todas as intimidades que existiam entre nós, nem é este o meu intuito, não quero fazer literatura, tampouco pornográfica, ao mencionar aqui as nossas aventuras sexuais, mas foi neste dia, e muito provavelmente devido a este reencontro “caliente”, que combinamos um cruzeiro até o Rio de Janeiro, após encerrada a temporada deste espetáculo dela na Broadway, o que aconteceria por volta do iniciozinho do inverno no hemisfério norte, e que seria verão aqui no Brasil. Depois seguiríamos para Buenos Aires a fim de amenizar o calor.
Nesta viagem, durante o cruzeiro, aconteceu que nos deparamos com um personagem muito curioso, para não dizer suspeito. Ela mo apresentou como sendo um produtor de Hollywood muito seu amigo, porém, algum tempo depois, eu viria saber que a função daquele homem na vida de Cinthia não era bem esta...
Contudo, naquela ocasião, principalmente durante o cruzeiro, em duas oportunidades, para ser mais preciso, eu tive que abrir mão da minha “lua de mel” para que Cinthia conversasse com o sujeito... Em particular. Aquilo que me deixou furioso, porque eu fiquei pensando se acaso eles não teriam sido amantes no passado...
Bem, houve uma mudança de planos, coisa pouca, é verdade, mas o fato é que não havíamos nos programado para ir até Bariloche, ainda mais no verão aqui na América do Sul, o que teoricamente deixaria esta importante instância de veraneio dos argentinos mais vazia...
Pois ela insistiu que fôssemos até lá... Concordei.
Acontece que o “produtor” amigo de Cinthia tinha-lhe passado uma importante missão. Foi nesta época decisiva que eu pus a mão, ou melhor, os olhos, naquilo que iria mudar a minha vida por completo: o diário pessoal dela...”
Esta história continua na semana que vem, gente...
“Eu a conheci certa feita em Paris...
Era uma atriz americana muito famosa, até hoje. Seus filmes encantavam as multidões. Seu nome enchia qualquer saguão de aeroporto a uma simples menção da imprensa à sua chegada. Não vou citar seu nome, claro, mas vou chamá-la pelo nome já citado no e-mail que deu início a esta série de “depoimentos”: “Cinthia”. Eu sei que o aparecimento desta personagem real irá desencadear muita especulação por toda parte, mas por uma questão de segurança minha e de sua família, não posso realmente mencionar seu nome. Lamento.
Saiba, meu querido Cláudio, que esta linda mulher, que ficou marcada como uma infeliz solitária, porquanto em seus casamentos, envoltos numa encenação perpétua de crises conjugais e até casos de agressão física, fizeram parte de mais um lance sensacionalista do cinema. Tudo engendrado pela CIA! Conquanto sua verdadeira profissão fosse espionar seus colegas de profissão, e isso ninguém sabe até hoje!
Cinthia foi uma das poucas mulheres que eu amei na vida, e como ela fosse espiã, coisa que eu descobri muito depois de iniciarmos nosso relacionamento, confesso que acalento muitas dúvidas acerca dos seus sentimentos em relação a mim. Sabe como é... Ela demonstrava, verdadeiramente, muita paixão, mas ela era atriz duplamente! Sinceramente, aquela dúvida cruel permaneceu no meu coração. Mas isto é uma história que só concerne a mim, e que não tem a dimensão do que estou por revelar...
Cinthia morava em Los Angeles, como a maioria dos astros de Hollywood. Entretanto, num belo dia, na primavera de 1977, nos reencontramos na Broadway, depois de dois longos anos de separação. Ela estava com uma peça em cartaz, porém este encontro não foi programado, quer dizer, não por mim ou por ela, mas porque eu fui assistir ao espetáculo sem saber que ela trabalhava no mesmo...
Depois do espetáculo, e devido a nossa intimidade, ela recebeu-me no camarim. Evidentemente não irei revelar todas as intimidades que existiam entre nós, nem é este o meu intuito, não quero fazer literatura, tampouco pornográfica, ao mencionar aqui as nossas aventuras sexuais, mas foi neste dia, e muito provavelmente devido a este reencontro “caliente”, que combinamos um cruzeiro até o Rio de Janeiro, após encerrada a temporada deste espetáculo dela na Broadway, o que aconteceria por volta do iniciozinho do inverno no hemisfério norte, e que seria verão aqui no Brasil. Depois seguiríamos para Buenos Aires a fim de amenizar o calor.
Nesta viagem, durante o cruzeiro, aconteceu que nos deparamos com um personagem muito curioso, para não dizer suspeito. Ela mo apresentou como sendo um produtor de Hollywood muito seu amigo, porém, algum tempo depois, eu viria saber que a função daquele homem na vida de Cinthia não era bem esta...
Contudo, naquela ocasião, principalmente durante o cruzeiro, em duas oportunidades, para ser mais preciso, eu tive que abrir mão da minha “lua de mel” para que Cinthia conversasse com o sujeito... Em particular. Aquilo que me deixou furioso, porque eu fiquei pensando se acaso eles não teriam sido amantes no passado...
Bem, houve uma mudança de planos, coisa pouca, é verdade, mas o fato é que não havíamos nos programado para ir até Bariloche, ainda mais no verão aqui na América do Sul, o que teoricamente deixaria esta importante instância de veraneio dos argentinos mais vazia...
Pois ela insistiu que fôssemos até lá... Concordei.
Acontece que o “produtor” amigo de Cinthia tinha-lhe passado uma importante missão. Foi nesta época decisiva que eu pus a mão, ou melhor, os olhos, naquilo que iria mudar a minha vida por completo: o diário pessoal dela...”
Esta história continua na semana que vem, gente...
sábado, 15 de janeiro de 2011
AFINAL, QUAIS SÃO OS FATOS QUE DESENCADEIAM A HISTÓRIA?
Nada neste universo fenomenal acontece realmente por acaso...
Como também nada se encerra num determinado ponto arbitrário, estabelecido artificiosamente por um ser finito como o homem terrestre.
Os poucos, muito poucos mesmo, aventurosos leitores que acompanham este blog, sabem que a poucas semanas do término de 2010, houve, por assim dizer, a participação de um leitor misterioso... (Ainda hoje eu não conheço a identidade dele)
O primeiro pacote de histórias que este personagem me prometera já está em minhas mãos. Eu, claro, li e reli a narração supostamente verdadeira fornecida por ele, que vocês irão acompanhar ao longo deste ano novo.
Como não existem acasos, no limiar de 2011, mais precisamente, no natal de 2010, meus olhos se depararam com o livro ULTRAMAR SUL: A ÚLTIMA OPERAÇÃO SECRETA DO TERCEIRO REICH. Pedi o livro de presente de amigo oculto familiar... Ganhei-o. Acabo de lê-lo integralmente... (3/1/11)
Simplesmente o livro vem corroborar a história do meu leitor misterioso...
Começo pela conclusão: todos os livros que se propõem elucidar certos mistérios obscurecidos pela política trevosa que governa o mundo, caem, irremediavelmente, num labirinto de enigmas insolúveis...
No caso deste livro em especial, que fala de uma possível e planejada fuga de Hitler da Europa, depois de encerrada a guerra, um caminhão de indícios nos leva na direção proposta pelos autores, isto é, que a chamada operação Ultramar Sul conseguiu, efetivamente, retirar da Alemanha vencida Hitler e sua esposa Eva Braun.
Tal como ocorre nos casos de aparecimentos de OVNIs e/ou contatos com extreterrestres, o volume de depoimentos contraditórios, desmentidos oficiais inverossímeis, provas e contraprovas, forjadas ou não, e o número de mentiras misturadas a fatos verídicos, impedem qualquer pessoa comum tomar uma posição segura em relação ao fato apresentado.
Ao fim e ao cabo, não se tem certeza se Hitler sobreviveu ao III Reich ou não. Continuaremos a alimentar uma suspeita cruel: tanto nos inclinados a concordar com os autores, quanto nos dispostos a divergirem.
Após um volumoso pacote de documentos e outros "achados" compilados pelos autores, paira uma certeza superficial de que os aliados anglossaxônicos acobertaram esta operação secreta devido ao pânico que a ascendente nação soviética causava nas grandes potências capitalistas.
Porém, fazer-nos acreditar que a vista grossa que os aliados e o Vaticano mantiveram durante vários anos em relação aos crimes nazistas só para que o grupelho de derrotados os apoiassem numa futura guerra contra a expansão do comunismo, parece-me argumento um tanto quanto pueril.
Ainda que possamos admitir o ódio convergente de extrema-direita de americanos, britânicos e alemães, nazistas ou não, em relação a ex-União Soviética, não se concebe que esta odiada nação tivesse tanta importância para o mundo de então, principalmente quando se sabe que foram os grandes capitalistas ocidentais que financiaram as indústrias comunistas.
Há algo de podre nos Reinos Conservadores...
Quem pode saber a verdade que se esconde por trás de mais este golpe assestado pela história contra a humanidade...?
Os espíritos dos homens e mulheres que coestrelaram esta comédia pastelão do jogo de interesses das grandes nações...?
Talvez ainda existam documentos secretos desta época que possam nos revelar a verdade...
Mas quem será o Prometeu que nos irá retirar as correntes da ignorância...?
A tal operação "Paperclip", que eu jurava tratar-se de ficção a la Arquivo X, existiu de verdade...
Talvez, em sua gênese, se possa encontrar uma explicação muito mais verossímil para este pacto secreto. Aliás, a tal superioridade tecnológica da Alemanha nazista também interessava aos soviéticos. Até mesmo ao Brasil, se nós fôssemos uma nação organizada nesta época... Eh, Vargas!, que alguns dizem ter sido o melhor presidente do Brasil! E, no entanto, a grande maioria dos gênios alemães desembarcaram mesmo em praias ianques.
Em tempo: a tal operação "Paperclip" consistia em contrabandear as principais mentes científicas da Alemanha nazista para os Estados Unidos.
Era o alemão, nesta época, o povo mais inteligente do mundo? Duvido disso! Então como uma economia, que acabava de renascer do caos imposto pela derrota na primeira guerra, chegou a possuir esta tecnologia tão superior àquela dos demais povos do planeta?
Por que não os Estados Unidos, uma potência emergente, ou o Império Britânico decadente...?
Por que não a França e sua civilização modelar? Ou o Brasil, o Japão, a Itália ou a Jamaica?
Quem sabe algum acontecimento extraordinário, jamais identificado pela história, ou reconhecido por ela, tenha privilegiado justamente os beatíficos povos germânicos...
Que evento sensacional seria este...?
Quem sabe o Senhor das Águas não tenha a resposta...
Como também nada se encerra num determinado ponto arbitrário, estabelecido artificiosamente por um ser finito como o homem terrestre.
Os poucos, muito poucos mesmo, aventurosos leitores que acompanham este blog, sabem que a poucas semanas do término de 2010, houve, por assim dizer, a participação de um leitor misterioso... (Ainda hoje eu não conheço a identidade dele)
O primeiro pacote de histórias que este personagem me prometera já está em minhas mãos. Eu, claro, li e reli a narração supostamente verdadeira fornecida por ele, que vocês irão acompanhar ao longo deste ano novo.
Como não existem acasos, no limiar de 2011, mais precisamente, no natal de 2010, meus olhos se depararam com o livro ULTRAMAR SUL: A ÚLTIMA OPERAÇÃO SECRETA DO TERCEIRO REICH. Pedi o livro de presente de amigo oculto familiar... Ganhei-o. Acabo de lê-lo integralmente... (3/1/11)
Simplesmente o livro vem corroborar a história do meu leitor misterioso...
Começo pela conclusão: todos os livros que se propõem elucidar certos mistérios obscurecidos pela política trevosa que governa o mundo, caem, irremediavelmente, num labirinto de enigmas insolúveis...
No caso deste livro em especial, que fala de uma possível e planejada fuga de Hitler da Europa, depois de encerrada a guerra, um caminhão de indícios nos leva na direção proposta pelos autores, isto é, que a chamada operação Ultramar Sul conseguiu, efetivamente, retirar da Alemanha vencida Hitler e sua esposa Eva Braun.
Tal como ocorre nos casos de aparecimentos de OVNIs e/ou contatos com extreterrestres, o volume de depoimentos contraditórios, desmentidos oficiais inverossímeis, provas e contraprovas, forjadas ou não, e o número de mentiras misturadas a fatos verídicos, impedem qualquer pessoa comum tomar uma posição segura em relação ao fato apresentado.
Ao fim e ao cabo, não se tem certeza se Hitler sobreviveu ao III Reich ou não. Continuaremos a alimentar uma suspeita cruel: tanto nos inclinados a concordar com os autores, quanto nos dispostos a divergirem.
Após um volumoso pacote de documentos e outros "achados" compilados pelos autores, paira uma certeza superficial de que os aliados anglossaxônicos acobertaram esta operação secreta devido ao pânico que a ascendente nação soviética causava nas grandes potências capitalistas.
Porém, fazer-nos acreditar que a vista grossa que os aliados e o Vaticano mantiveram durante vários anos em relação aos crimes nazistas só para que o grupelho de derrotados os apoiassem numa futura guerra contra a expansão do comunismo, parece-me argumento um tanto quanto pueril.
Ainda que possamos admitir o ódio convergente de extrema-direita de americanos, britânicos e alemães, nazistas ou não, em relação a ex-União Soviética, não se concebe que esta odiada nação tivesse tanta importância para o mundo de então, principalmente quando se sabe que foram os grandes capitalistas ocidentais que financiaram as indústrias comunistas.
Há algo de podre nos Reinos Conservadores...
Quem pode saber a verdade que se esconde por trás de mais este golpe assestado pela história contra a humanidade...?
Os espíritos dos homens e mulheres que coestrelaram esta comédia pastelão do jogo de interesses das grandes nações...?
Talvez ainda existam documentos secretos desta época que possam nos revelar a verdade...
Mas quem será o Prometeu que nos irá retirar as correntes da ignorância...?
A tal operação "Paperclip", que eu jurava tratar-se de ficção a la Arquivo X, existiu de verdade...
Talvez, em sua gênese, se possa encontrar uma explicação muito mais verossímil para este pacto secreto. Aliás, a tal superioridade tecnológica da Alemanha nazista também interessava aos soviéticos. Até mesmo ao Brasil, se nós fôssemos uma nação organizada nesta época... Eh, Vargas!, que alguns dizem ter sido o melhor presidente do Brasil! E, no entanto, a grande maioria dos gênios alemães desembarcaram mesmo em praias ianques.
Em tempo: a tal operação "Paperclip" consistia em contrabandear as principais mentes científicas da Alemanha nazista para os Estados Unidos.
Era o alemão, nesta época, o povo mais inteligente do mundo? Duvido disso! Então como uma economia, que acabava de renascer do caos imposto pela derrota na primeira guerra, chegou a possuir esta tecnologia tão superior àquela dos demais povos do planeta?
Por que não os Estados Unidos, uma potência emergente, ou o Império Britânico decadente...?
Por que não a França e sua civilização modelar? Ou o Brasil, o Japão, a Itália ou a Jamaica?
Quem sabe algum acontecimento extraordinário, jamais identificado pela história, ou reconhecido por ela, tenha privilegiado justamente os beatíficos povos germânicos...
Que evento sensacional seria este...?
Quem sabe o Senhor das Águas não tenha a resposta...
sábado, 18 de dezembro de 2010
O EFEITO TIRIRICA
Nas últimas semanas a mídia vem dando bastante destaque a esta "criatura" brasileira chamada Tiririca.
Alguém se lembra quando este "frankenstein" começou a aparecer no cenário nacional? Pois o Senhor das Águas, sempre atento às minhas postagens, lembra-me aqui que foi na época da Escolinha do Professor Raimundo, quando ia ao ar por volta das cinco da tarde na Rede Globo... Se alguém tem provas em contrário, por favor me corrija!
Esta questão do ilustre deputado federal por São Paulo Tiririca é de um simbolismo atroz...
O fato deste cidadão ter sido eleito por São Paulo é mero acidente. Não tenho dúvida nenhuma que ele teria sido eleito por qualquer região do país, e sabem por quê? Porque o Tiririca é a nossa cara! Aquele seu ar ingênuo, com a visão obtusa das coisas, é a mesma do cidadão comum no Brasil. Um povo iletrado e com perspectivas turvas. Enquanto isso, a elite deste país vai enrolando os milhões de "Tiriricas" que assistem às novelas de televisão e acreditam nos telejornais, porque esta mídia serve a ela há gerações!
Ora! O mais engraçado disso tudo, é que dezenas de pessoas, das mais variadas tendências e formações, brasileiros e brasileiras super inteligentes, com algo a contribuir para este país, só aparecem em programas como o Provocações, do Abujamra, que ninguém vê, porque não tem o mesmo destaque na mídia... Por que, hem?... Que coisa estranha!...
E há tantos autores, como este que vos fala, que lutam para impor-se num mercado editorial "tiririca", mas que não conseguem, e terminam taxados como loucos que pregam no deserto... Por que o Brasil é assim?
Eu proponho aqui uma modificação do arquétipo nacional...
Na época em que Monteiro Lobato vivia, ele cunhou o termo "Jeca Tatu", de boa lembrança aos mais velhos e aos mais letrados, um por cento da população brasileira, se não menos! Pois eu sugiro que troquemos por "Tiririca". É claro que o Mestre Lobato vai se contorcer no Parnaso com esta minha infâmia, vai querer voltar para torcer o pescocinho deste seu discípulo herege, mas eu vou acalmá-lo daqui deste "Paraíso" chamado Brasil, que os bem viajados dizem não trocar por nada deste mundo... Bobagem! Eu trocaria! Numa boa! Ainda mais se tivesse o meu trabalho reconhecido! Na verdade é muito mais do que isso! É uma vida toda dedicada a uma atividade sem ter quase nenhum incentivo, nem mesmo da parte dos familiares, o que é muito triste...
Mas voltando à vaca fria...
Não se incomode, Lobato, diria eu ao Mestre. Assim como o teu Jeca Tatu acabou sendo incorporado à cultura nacional da tua época, chamando a atenção daquela sociedade incipiente para um problema sério, eu digo que o nosso Tiririca poderá ter o mesmo efeito daqui para frente...
Acrescento apenas que a nossa sociedade atual continua quase tão incipiente quanto o era na tua época...
Quem sabe nas próximas eleições gerais, ao invés de elegermos um "Tiririca", nós elegeremos homens como um Monteiro Lobato, com uma visão acurada das coisas, visionário, e sem fisiologismos. O grande problema dos nossos políticos é que o discurso dos crápulas é praticamente idêntico. Da sopa de letrinhas que é os partidos brasileiros, um eleitor "Tiririca" não pode identificar que os programas são todos grandiloquentes, ufanistas e maravilhosos, mas os homens por trás deles são essa erva daninha que diz nos representar...
Pois eu não tenho nenhum representante! Nem na Câmara dos Deputados em Brasília, nem na Assembléia Legislativa ou na Câmara de Vereadores do Rio de Janeiro.
Mais uma vez eu imploro para que nós, os "tiriricas", acordemos, se quisermos ser verdadeiramente iguais aos frondosos Carvalhos do Norte, ou as imorredouras Sequóias, ou ainda os bojudos Baobás africanos, gordos e prósperos, com generosa sombra.
Para encerrar este ano com chave de ouro, eu me debrucei sobre o Pai dos Burros, curioso... e anotei uma série de acepções interessantes para a palavra "tiririca"...
1. Planta ciperácea, daninha às lavouras e jardins. 2. Agitação das águas com ondas desencontradas. 3. Colérico, furioso, zangado, irritado. 4. Azedo. 5. Batedor de carteira. 6. Gatuno.
Em janeiro estou de volta, com o mesmo espírito lobatiano que marcou profundamente todos os meus blogs. Amém, Monteiro, pois você me ensinou a ser grande, mesmo diante de tanta mediocridade.
Feliz natal, meus parcos leitores, e espero que o ano que vem seja lobatianamente melhor. Valeu...
Alguém se lembra quando este "frankenstein" começou a aparecer no cenário nacional? Pois o Senhor das Águas, sempre atento às minhas postagens, lembra-me aqui que foi na época da Escolinha do Professor Raimundo, quando ia ao ar por volta das cinco da tarde na Rede Globo... Se alguém tem provas em contrário, por favor me corrija!
Esta questão do ilustre deputado federal por São Paulo Tiririca é de um simbolismo atroz...
O fato deste cidadão ter sido eleito por São Paulo é mero acidente. Não tenho dúvida nenhuma que ele teria sido eleito por qualquer região do país, e sabem por quê? Porque o Tiririca é a nossa cara! Aquele seu ar ingênuo, com a visão obtusa das coisas, é a mesma do cidadão comum no Brasil. Um povo iletrado e com perspectivas turvas. Enquanto isso, a elite deste país vai enrolando os milhões de "Tiriricas" que assistem às novelas de televisão e acreditam nos telejornais, porque esta mídia serve a ela há gerações!
Ora! O mais engraçado disso tudo, é que dezenas de pessoas, das mais variadas tendências e formações, brasileiros e brasileiras super inteligentes, com algo a contribuir para este país, só aparecem em programas como o Provocações, do Abujamra, que ninguém vê, porque não tem o mesmo destaque na mídia... Por que, hem?... Que coisa estranha!...
E há tantos autores, como este que vos fala, que lutam para impor-se num mercado editorial "tiririca", mas que não conseguem, e terminam taxados como loucos que pregam no deserto... Por que o Brasil é assim?
Eu proponho aqui uma modificação do arquétipo nacional...
Na época em que Monteiro Lobato vivia, ele cunhou o termo "Jeca Tatu", de boa lembrança aos mais velhos e aos mais letrados, um por cento da população brasileira, se não menos! Pois eu sugiro que troquemos por "Tiririca". É claro que o Mestre Lobato vai se contorcer no Parnaso com esta minha infâmia, vai querer voltar para torcer o pescocinho deste seu discípulo herege, mas eu vou acalmá-lo daqui deste "Paraíso" chamado Brasil, que os bem viajados dizem não trocar por nada deste mundo... Bobagem! Eu trocaria! Numa boa! Ainda mais se tivesse o meu trabalho reconhecido! Na verdade é muito mais do que isso! É uma vida toda dedicada a uma atividade sem ter quase nenhum incentivo, nem mesmo da parte dos familiares, o que é muito triste...
Mas voltando à vaca fria...
Não se incomode, Lobato, diria eu ao Mestre. Assim como o teu Jeca Tatu acabou sendo incorporado à cultura nacional da tua época, chamando a atenção daquela sociedade incipiente para um problema sério, eu digo que o nosso Tiririca poderá ter o mesmo efeito daqui para frente...
Acrescento apenas que a nossa sociedade atual continua quase tão incipiente quanto o era na tua época...
Quem sabe nas próximas eleições gerais, ao invés de elegermos um "Tiririca", nós elegeremos homens como um Monteiro Lobato, com uma visão acurada das coisas, visionário, e sem fisiologismos. O grande problema dos nossos políticos é que o discurso dos crápulas é praticamente idêntico. Da sopa de letrinhas que é os partidos brasileiros, um eleitor "Tiririca" não pode identificar que os programas são todos grandiloquentes, ufanistas e maravilhosos, mas os homens por trás deles são essa erva daninha que diz nos representar...
Pois eu não tenho nenhum representante! Nem na Câmara dos Deputados em Brasília, nem na Assembléia Legislativa ou na Câmara de Vereadores do Rio de Janeiro.
Mais uma vez eu imploro para que nós, os "tiriricas", acordemos, se quisermos ser verdadeiramente iguais aos frondosos Carvalhos do Norte, ou as imorredouras Sequóias, ou ainda os bojudos Baobás africanos, gordos e prósperos, com generosa sombra.
Para encerrar este ano com chave de ouro, eu me debrucei sobre o Pai dos Burros, curioso... e anotei uma série de acepções interessantes para a palavra "tiririca"...
1. Planta ciperácea, daninha às lavouras e jardins. 2. Agitação das águas com ondas desencontradas. 3. Colérico, furioso, zangado, irritado. 4. Azedo. 5. Batedor de carteira. 6. Gatuno.
Em janeiro estou de volta, com o mesmo espírito lobatiano que marcou profundamente todos os meus blogs. Amém, Monteiro, pois você me ensinou a ser grande, mesmo diante de tanta mediocridade.
Feliz natal, meus parcos leitores, e espero que o ano que vem seja lobatianamente melhor. Valeu...
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
O QUE HÁ POR TRÁS DO ESPELHO MÁGICO
“Ter um passaporte diplomático da ONU, na década de 70, quando o mundo estava dividido entre comunistas e capitalistas, sem que se saiba realmente onde estavam os bandidos e onde estavam os mocinhos, pode não ser muita coisa, dentro daquilo tudo que eu experenciei ao longo de toda uma vida, mas o fato é que eu sempre vivi nas altas rodas, tinha do bom e do melhor, viajando pelo mundo, justamente porque fazia parte deste seleto grupo de pessoas que assessoravam os embaixadores daquele órgão...”
Assim começa a carta que o meu correspondente misterioso enviou. Ela faz parte de um pacote inicial que este mesmo “amigo” afirma ser a reprodução da mais absoluta veracidade. Ele promete enviar-me todo o conteúdo em seu poder, “aos poucos, para que o mundo possa digerir a verdade do que ocorre nos bastidores do poder...” Eu me pergunto: será? Vocês terão a oportunidade de acompanhar tudo por este blog, exatamente como ele escreveu. Tirem suas próprias conclusões.
“Em Nova York vivia-se uma espécie de Febre de Liberdade, um frenesi cultural para onde convergiam as melhores ideias artísticas e modísticas daquela década, coisa que poucas vezes presenciei em outra parte do globo.
Conhece-se muita gente através desses meios, e através de voos e festas nas embaixadas de todo o mundo, e muitas vezes em casas maravilhosas, verdadeiros palácios nababescos, de personagens as mais influentes do jet set internacional...
E acabamos por descobrir, frequentemente contra a própria vontade, segredos contra os quais muitos perderiam a vida, tal a gravidade dos temas e tramas envolvendo nações e pessoas importantes, e que por diversas vezes, se tais coisas viessem à baila, poderiam nos levar à Terceira Guerra Mundial.
Mas também há um lado bom... Nunca fui casado. Não tive filhos. Pelo menos ninguém nunca veio reclamar na minha porta a existência de algum deles. Em compensação, mulheres maravilhosas passaram pela minha cama... Talvez o caso fosse o contrário. Aquelas mulheres que muitos homens sonham nos seus delírios pueris, eu as tive aos meus pés. Atrizes mundialmente famosas que não ouso citar os nomes...
Paris, Nova York, Roma, e até Buenos Aires e Rio, estive em ambientes e situações dignas de um James Bond...
Certos aspectos dessa minha vida atribulada, bandida, cigana, podem crer, qualquer um pensaria que eu copiei das aventuras de 007.
Vou começar do início. A história, a partir da qual, minha vida mudou completamente...”
Ano que vem, pessoal. Sinto muito. Vou fazer uma pausa para as férias. Volto em janeiro.
Assim começa a carta que o meu correspondente misterioso enviou. Ela faz parte de um pacote inicial que este mesmo “amigo” afirma ser a reprodução da mais absoluta veracidade. Ele promete enviar-me todo o conteúdo em seu poder, “aos poucos, para que o mundo possa digerir a verdade do que ocorre nos bastidores do poder...” Eu me pergunto: será? Vocês terão a oportunidade de acompanhar tudo por este blog, exatamente como ele escreveu. Tirem suas próprias conclusões.
“Em Nova York vivia-se uma espécie de Febre de Liberdade, um frenesi cultural para onde convergiam as melhores ideias artísticas e modísticas daquela década, coisa que poucas vezes presenciei em outra parte do globo.
Conhece-se muita gente através desses meios, e através de voos e festas nas embaixadas de todo o mundo, e muitas vezes em casas maravilhosas, verdadeiros palácios nababescos, de personagens as mais influentes do jet set internacional...
E acabamos por descobrir, frequentemente contra a própria vontade, segredos contra os quais muitos perderiam a vida, tal a gravidade dos temas e tramas envolvendo nações e pessoas importantes, e que por diversas vezes, se tais coisas viessem à baila, poderiam nos levar à Terceira Guerra Mundial.
Mas também há um lado bom... Nunca fui casado. Não tive filhos. Pelo menos ninguém nunca veio reclamar na minha porta a existência de algum deles. Em compensação, mulheres maravilhosas passaram pela minha cama... Talvez o caso fosse o contrário. Aquelas mulheres que muitos homens sonham nos seus delírios pueris, eu as tive aos meus pés. Atrizes mundialmente famosas que não ouso citar os nomes...
Paris, Nova York, Roma, e até Buenos Aires e Rio, estive em ambientes e situações dignas de um James Bond...
Certos aspectos dessa minha vida atribulada, bandida, cigana, podem crer, qualquer um pensaria que eu copiei das aventuras de 007.
Vou começar do início. A história, a partir da qual, minha vida mudou completamente...”
Ano que vem, pessoal. Sinto muito. Vou fazer uma pausa para as férias. Volto em janeiro.
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
"TODOS OS ENIGMAS DO UNIVERSO TEM UMA ORIGEM ÚNICA."
No dia 28/11/2010, como já mencionado na postagem passada, eu recebi um e-mail cujo título é o mesmo que abre esta postagem. Não mencionarei o pseudônimo do remetente para sua própria proteção, e para evitar que engraçadinhos mandem mensagens se fazendo passar por ele...
Porque eu abri o tal e-mail se aquelas coisas de: não se deve abrir mensagens cujo remetente nós não podemos identificar... Isto diz a razão exterminadora de virus virtuais, mas sabe como é... Tem certas coisas que não há muita explicação, como, por exemplo, o Destino escreve certo por linhas tortas... Coloquem Deus no lugar de Destino e estamos conversados.
Voltemos a pergunta inconveniente: porque eu abri o e-mail?
Além do estranho pseudônimo do remetente, no título da mensagem dizia textualmente: "O mapa de Piri Reis é apenas mais um dentre tantos desdobramentos desta mentira vergonhosa chamada História"... E continuava o título enorme: "A verdade não está lá fora".
Ora! Meus parentes mais chegados, e os amigos mais próximos, sabem que eu dedico meus poucos fios grisalhos à solução desses mistérios a mais de uma década, sendo que ninguém, além de minha penitente esposa, sabia que, justamente na semana retrasada, eu estava a reler o já mencionado "O Enigma do Mapa de Piri Reis"!
Como o tal remetente misterioso, seja lá quem ele for, poderia adivinhar tal coisa?! Só existe uma explicação plausível: a brincadeira partiu da minha cara metade!...
Bom, ela jura de pés juntos que não escreveu nada, nem mandou alguém escrever... Sou obrigado a acreditar na palavra dela, claro! Até porque se eu discutir muito fico sem o meu jantarzinho.
Fora de brincadeira, quem mandaria este e-mail...?
Pus-me a imaginar quem seria o brincalhão...
Como poderia saber uma coisa tão íntima...?
O que é completamente irrelevante, até mesmo porque, agora, o clima de suspense está estabelecido. Não sei se é uma brincadeira ou não, mas vou levar isto até o fim, se é que irá ter um fim. De qualquer maneira, eis o e-mail na íntegra...
Resolvi colocar tudo a público com o intuito de me proteger de equívocos futuros...
Só para lembrar: eu não sou o autor desta história que virá a seguir...
"Não posso ser identificado.
O motivo logo será compreendido.
Não sei o que pode me acontecer daqui para frente, mas desde que coloquei a mão no diário pessoal de "Cinthia", minha vida virou de cabeça para baixo.
Muito poucos souberam dessas histórias, e aqueles para os quais eu contei, pessoas da minha mais inteira confiança, mantiveram este segredo a sete chaves, implorando para que eu destruísse tudo.
Depois do desaparecimento dela, então...
Não sei até onde posso divulgar; de qualquer forma, enquanto eu ainda estiver neste mundo, talvez eu possa contar tudo que li naquele diário...
Muitos não me acreditarão...
Este é o peso da verdade. Nem todos estão preparados para conhecê-la, e os Donos do Mundo apostam todas as suas fichas nisto.
Mas vamos na ordem..."
Acabou por aqui...
A continuação desta história...?
Estou que nem mulher grávida...
Porque eu abri o tal e-mail se aquelas coisas de: não se deve abrir mensagens cujo remetente nós não podemos identificar... Isto diz a razão exterminadora de virus virtuais, mas sabe como é... Tem certas coisas que não há muita explicação, como, por exemplo, o Destino escreve certo por linhas tortas... Coloquem Deus no lugar de Destino e estamos conversados.
Voltemos a pergunta inconveniente: porque eu abri o e-mail?
Além do estranho pseudônimo do remetente, no título da mensagem dizia textualmente: "O mapa de Piri Reis é apenas mais um dentre tantos desdobramentos desta mentira vergonhosa chamada História"... E continuava o título enorme: "A verdade não está lá fora".
Ora! Meus parentes mais chegados, e os amigos mais próximos, sabem que eu dedico meus poucos fios grisalhos à solução desses mistérios a mais de uma década, sendo que ninguém, além de minha penitente esposa, sabia que, justamente na semana retrasada, eu estava a reler o já mencionado "O Enigma do Mapa de Piri Reis"!
Como o tal remetente misterioso, seja lá quem ele for, poderia adivinhar tal coisa?! Só existe uma explicação plausível: a brincadeira partiu da minha cara metade!...
Bom, ela jura de pés juntos que não escreveu nada, nem mandou alguém escrever... Sou obrigado a acreditar na palavra dela, claro! Até porque se eu discutir muito fico sem o meu jantarzinho.
Fora de brincadeira, quem mandaria este e-mail...?
Pus-me a imaginar quem seria o brincalhão...
Como poderia saber uma coisa tão íntima...?
O que é completamente irrelevante, até mesmo porque, agora, o clima de suspense está estabelecido. Não sei se é uma brincadeira ou não, mas vou levar isto até o fim, se é que irá ter um fim. De qualquer maneira, eis o e-mail na íntegra...
Resolvi colocar tudo a público com o intuito de me proteger de equívocos futuros...
Só para lembrar: eu não sou o autor desta história que virá a seguir...
"Não posso ser identificado.
O motivo logo será compreendido.
Não sei o que pode me acontecer daqui para frente, mas desde que coloquei a mão no diário pessoal de "Cinthia", minha vida virou de cabeça para baixo.
Muito poucos souberam dessas histórias, e aqueles para os quais eu contei, pessoas da minha mais inteira confiança, mantiveram este segredo a sete chaves, implorando para que eu destruísse tudo.
Depois do desaparecimento dela, então...
Não sei até onde posso divulgar; de qualquer forma, enquanto eu ainda estiver neste mundo, talvez eu possa contar tudo que li naquele diário...
Muitos não me acreditarão...
Este é o peso da verdade. Nem todos estão preparados para conhecê-la, e os Donos do Mundo apostam todas as suas fichas nisto.
Mas vamos na ordem..."
Acabou por aqui...
A continuação desta história...?
Estou que nem mulher grávida...
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
A MENSAGEM MISTERIOSA.
Há muita gente que insiste que a tão propalada Teoria da Conspiração é coisa de alguns poucos fanáticos com cara e hábitos de "nerd" que não conseguem arrumar mulher para aquelas horinhas solitárias entre um downloading e outro, e que passam a rezar São Pedro e São Paulo com uma mão só...
Eu não sou um desses. Graças a Deus! Mas bem no fundo da minh'alma aflita, eu confesso que começava a pensar assim também...
Até que me aconteceu uma coisa muito estranha no último dia 28 do mês passado, coisa digna de ser registrada nas "estórias" do Arquivo-X...
E até para me defender dos desdobramentos que a gente se acostumou a assistir nessas séries, eu vou postar aqui, na ordem cronológica, como tudo aconteceu...
É claro que não tenho bola de cristal para saber como vai terminar. Espero que seja da melhor forma possível para aqueles, poucos, concordo, que me amam...
Na verdade tudo que possuo até agora é um e-mail, enigmático, sucinto, cujo remetente pediu para não ser identificado em hipótese alguma...
Aliás, o remetente misterioso disse que já estava de mudança do seu endereço atual, e dentro de duas semanas, no mais tardar, me encaminharia o restante da sua incrível história, e das maneiras as mais absurdas, mas com o mesmo pseudônimo, para que eu o identificasse e recebesse o material. Portanto, como forma de proteger estas possíveis e improváveis futuras histórias, eu não mencionarei neste blog o pseudônimo do remetente...
Eu, pessoalmente, duvido muitíssimo desta narrativa; acho até que este louco varrido não vai me mandar p... nenhuma e talvez esteja apenas me "sacaneando", e só falta, para isso, assinar o nome "Mulder" ou "Scully" nestes escritos, mas eu garanto que não é nenhum destes o seu pseudônimo. Acho também que o remetente, com toda a certeza, é, ou foi, leitor deste blog... Em todo caso vamos esperar os desdobramentos, e, principalmente, vamos esperar pelas histórias desse personagem misterioso.
Para encerrar este preâmbulo, eu gostaria de dizer que o mais engraçado dessa p... toda... Quer dizer, engraçado não é o termo que expressa com mais exatidão esta história, melhor seria dizer estranho mesmo; e o mais estranho disso tudo é que justamente nesta semana eu voltava minhas baterias de pesquisa mais uma vez para os meus velhos alfarrábios sobre a questão da Conspiração do Silêncio...
A partir da semana que vem vocês acompanharão, na íntegra, toda a batsemana, neste batblog, todo o material que o meu amigo misterioso houver por bem enviar-me...
Isto é, desde que eu o receba, naturalmente...
Aguardem-me...
Eu não sou um desses. Graças a Deus! Mas bem no fundo da minh'alma aflita, eu confesso que começava a pensar assim também...
Até que me aconteceu uma coisa muito estranha no último dia 28 do mês passado, coisa digna de ser registrada nas "estórias" do Arquivo-X...
E até para me defender dos desdobramentos que a gente se acostumou a assistir nessas séries, eu vou postar aqui, na ordem cronológica, como tudo aconteceu...
É claro que não tenho bola de cristal para saber como vai terminar. Espero que seja da melhor forma possível para aqueles, poucos, concordo, que me amam...
Na verdade tudo que possuo até agora é um e-mail, enigmático, sucinto, cujo remetente pediu para não ser identificado em hipótese alguma...
Aliás, o remetente misterioso disse que já estava de mudança do seu endereço atual, e dentro de duas semanas, no mais tardar, me encaminharia o restante da sua incrível história, e das maneiras as mais absurdas, mas com o mesmo pseudônimo, para que eu o identificasse e recebesse o material. Portanto, como forma de proteger estas possíveis e improváveis futuras histórias, eu não mencionarei neste blog o pseudônimo do remetente...
Eu, pessoalmente, duvido muitíssimo desta narrativa; acho até que este louco varrido não vai me mandar p... nenhuma e talvez esteja apenas me "sacaneando", e só falta, para isso, assinar o nome "Mulder" ou "Scully" nestes escritos, mas eu garanto que não é nenhum destes o seu pseudônimo. Acho também que o remetente, com toda a certeza, é, ou foi, leitor deste blog... Em todo caso vamos esperar os desdobramentos, e, principalmente, vamos esperar pelas histórias desse personagem misterioso.
Para encerrar este preâmbulo, eu gostaria de dizer que o mais engraçado dessa p... toda... Quer dizer, engraçado não é o termo que expressa com mais exatidão esta história, melhor seria dizer estranho mesmo; e o mais estranho disso tudo é que justamente nesta semana eu voltava minhas baterias de pesquisa mais uma vez para os meus velhos alfarrábios sobre a questão da Conspiração do Silêncio...
A partir da semana que vem vocês acompanharão, na íntegra, toda a batsemana, neste batblog, todo o material que o meu amigo misterioso houver por bem enviar-me...
Isto é, desde que eu o receba, naturalmente...
Aguardem-me...
Assinar:
Postagens (Atom)