Daqui a duas semanas teremos eleições gerais no país. A Inteligência Nacional se mobiliza; instituições comemoram a oportunidade como uma chance de mudarmos o Brasil; até a Justiça Eleitoral veicula uma série de comerciais, muito cínicos, ufanistas, e de resultados duvidosos, confirmando e enaltecendo o Dia D, que será em 3 de outubro, podendo haver segundo turno ou não.
QUANTA EMBROMAÇÃO!
Engana-se quem acha que uma simples eleição irá modificar um país contaminado pelo cancro da corrupção, pela sífilis da impunidade, e tantas outras gonorréias morais!
O BRASILEIRO É UM SER CORROMPÍVEL POR NATUREZA CULTURAL...
E isso não foi dito pelo genial e conservador Nelson Rodrigues.
O brasileiro carrega uma estranha peculiaridade, ausente em outros povos do mundo: ele é a um só tempo o rei e o bobo, e isto também devemos a nossa característica racial, de caldeirão de culturas, entretanto o mundo tornou-se muito mais cínico...
Ao mesmo tempo que o cidadão comum ignora os mecanismos que geram este estado de coisas no mundo, ele sabe também, por outro lado, que 99% dos políticos não valem um centavo de Real...
A DEMOCRACIA jamais resolveu nenhum dos problemas básicos da humanidade: a exploração do homem pelo homem. E vou logo dizendo que o Socialismo também não, para que não haja dúvida em relação à idoneidade deste pregador do deserto...
Mas então o que vamos fazer? Qual o sistema a adotar? Eu realmente não sei, mas estou disposto a inventar um, se vocês toparem me ajudar...
A corrupção, a impunidade, a prevaricação, o "caixa dois", o cinismo exacerbado, o desleixo cultivado como "norma" nacional, e o triste "jeitinho" levaram este país a uma encruzilhada histórica!...
Em todos os níveis!...
Não é um problema que um simples sistema político irá resolver...
A transformação tem de ser muito mais profunda...
No coração de cada brasileiro...
Eu falei na postagem do dia 6 de dezembro do ano passado que essas coisa iriam acontecer...
Não, claro que não sou nenhum profeta!
Sou um brasileiro que verdadeiramente ama este país e não odeia o óbvio.
Esse negócio de propalarem que a eleição pode salvar o Brasil, mais uma vez eu afirmo: é EMBROMAÇÃO!
Essa DEMOCRACIA de fachada já tem 30 anos e o país só piora moralmente. Então eu sou obrigado a concluir que a DEMOCRACIA é o sistema político que torna os homens piores...?
Vocês devem estar achando que eu sou adepto da Ditadura...? Nada mais errôneo! O Brasil foi excessivamente condescendente com os criminosos que sustentaram a última...
E alguns deles estão no governo de hoje!...
Os 99,9% dos cambalacheiros que ditam as regras neste país, no Executivo, no Legislativo e no Judiciário, sabem que esta DEMOCRACIA fictícia é tão benéfica para eles que o voto é obrigatório...
Nós, os escravos desta conjuntura, as vítimas!, ainda somos obrigados a votar!...
E isso é um resquício da Ditadura!...
Isto deveria ser um direito facultativo e não um dever passível de retaliação, caso não cumprido...
Mas os safados sabem que se o povo não for obrigado a votar, NINGUÉM, ninguém de bem o fará...
Esta eleição, como todas as precedentes, é a mesma prática onanista de sempre...
Os 99,9% de calhordas querem se reeleger, e há 100% de outros panacas sem escrúpulos que, mesmo sabendo que irão botar suas mãos na lama, porque o jogo é este mesmo, querem a mesma coisa, ou seja, criou-se um círculo vicioso, porque ninguém, absolutamente ninguém, quer servir ao país ou ao seu povo, querem servir aos seus próprios interesses, e a política nestas terras sempre foi esta, há cinco séculos...
Se não mudarmos isso em algum momento num futuro imediato, não teremos futuro algum...
E a turbamulta continuará a pagar o pato...
Melhor seria dizer turbatumulta.
Não sei como terminar este texto, sinceramente...
Mas sei que tudo isso que relatei provavelmente terminará em pizza...
terça-feira, 21 de setembro de 2010
terça-feira, 24 de agosto de 2010
AMAZÔNIA EM CHAMAS!
TUDO NÃO PASSA DE UMA GRANDE METÁFORA...
ENORME, "HUGE", GRANDILOQUENTE METÁFORA FEDERAL...
ALIÁS, ESTE MUNDO TODO É UMA GRANDE METÁFORA...
COM ARES DE COMÉDIA PASTELÃO...
PORQUE, EM REALIDADE, NÓS SOMOS UMA TRAGÉDIA COMO SUBESPÉCIE CÓSMICA!...
CONSUMIMOS TODOS OS NOSSOS RECURSOS NATURAIS, COMO UM VÍRUS DEVASTADOR, CUJA VACINA AINDA NÃO FOI INVENTADA.
BASEADO NESTE PARADIGMA EU AFIRMO: NÃO HÁ SAÍDA PARA ESTA CIVILIZAÇÃO.
EMBORA UMA DÚZIA DE PANACAS COMEMOREM OS BAIXOS ÍNDICES DO DESMATAMENTO DA AMAZÔNIA NOS ÚLTIMOS ANOS, ELES NÃO COMPREENDEM O PAPEL RIDÍCULO QUE DESEMPENHAM NESTA ÓPERA BUFA.
O FATO EM SI SIGNIFICA A AQUIESCÊNCIA INSTITUCIONAL DO PRÓPRIO DESMATAMENTO, UMA VEZ QUE SÃO OS PRÓPRIOS NÚMEROS DO GOVERNO QUE ASSIM PROPALAM, COMO UM LINDO GATINHO LAMBENDO SUA PELAGEM, OU SEJA, NÓS PODEMOS DESTROÇÁ-LA SIM, MAS AOS POUQUINHOS, HOMEOPATICAMENTE, ATÉ QUE NÃO SOBRE MAIS NADA PARA PRESERVAR, E OS DESERTOS ESTEJAM DISPONÍVEIS AOS VAMPIROS, QUE NÃO VEEM A HORA DE CONSUMIR AS RIQUEZAS DO SUBSOLO.
"Perdoe-lhes, Pai, pois eles não sabem o que fazem"...
NÃO SE ILUDAM!...
NÓS É QUE ESTAMOS EM CHAMAS, QUEIMANDO NO INFERNO QUE ENGENDRAMOS PARA NÓS MESMOS...
ESTA NÃO É UMA METÁFORA...
É A REALIDADE, NUA E CRUA...
O ÚLTIMO A SAIR APAGUE A LUZ...
ENORME, "HUGE", GRANDILOQUENTE METÁFORA FEDERAL...
ALIÁS, ESTE MUNDO TODO É UMA GRANDE METÁFORA...
COM ARES DE COMÉDIA PASTELÃO...
PORQUE, EM REALIDADE, NÓS SOMOS UMA TRAGÉDIA COMO SUBESPÉCIE CÓSMICA!...
CONSUMIMOS TODOS OS NOSSOS RECURSOS NATURAIS, COMO UM VÍRUS DEVASTADOR, CUJA VACINA AINDA NÃO FOI INVENTADA.
BASEADO NESTE PARADIGMA EU AFIRMO: NÃO HÁ SAÍDA PARA ESTA CIVILIZAÇÃO.
EMBORA UMA DÚZIA DE PANACAS COMEMOREM OS BAIXOS ÍNDICES DO DESMATAMENTO DA AMAZÔNIA NOS ÚLTIMOS ANOS, ELES NÃO COMPREENDEM O PAPEL RIDÍCULO QUE DESEMPENHAM NESTA ÓPERA BUFA.
O FATO EM SI SIGNIFICA A AQUIESCÊNCIA INSTITUCIONAL DO PRÓPRIO DESMATAMENTO, UMA VEZ QUE SÃO OS PRÓPRIOS NÚMEROS DO GOVERNO QUE ASSIM PROPALAM, COMO UM LINDO GATINHO LAMBENDO SUA PELAGEM, OU SEJA, NÓS PODEMOS DESTROÇÁ-LA SIM, MAS AOS POUQUINHOS, HOMEOPATICAMENTE, ATÉ QUE NÃO SOBRE MAIS NADA PARA PRESERVAR, E OS DESERTOS ESTEJAM DISPONÍVEIS AOS VAMPIROS, QUE NÃO VEEM A HORA DE CONSUMIR AS RIQUEZAS DO SUBSOLO.
"Perdoe-lhes, Pai, pois eles não sabem o que fazem"...
NÃO SE ILUDAM!...
NÓS É QUE ESTAMOS EM CHAMAS, QUEIMANDO NO INFERNO QUE ENGENDRAMOS PARA NÓS MESMOS...
ESTA NÃO É UMA METÁFORA...
É A REALIDADE, NUA E CRUA...
O ÚLTIMO A SAIR APAGUE A LUZ...
segunda-feira, 26 de julho de 2010
DISSERTAÇÕES SOBRE AS CIVILIZAÇÕES DESAPARECIDAS V
Para aqueles amantes das lendas antigas, principalmente para os leitores de Conan o Bárbaro - para muitos, aliás, não se trata de uma lenda, mas algo passível de verificação arqueológica - é claro que já ouviram falar na Hiperbórea...
A Hiperbórea original ficava onde hoje está situado o Polo Norte, visto que na remota antiguidade, bem antes da última era glacial, a configuração dos continentes, e dos polos, não era a mesma...
O dilúvio, que é descrito por várias religiões diferentes, parece ter sido uma catástrofe que ficou marcada na mente coletiva de todos aqueles povos que sobreviveram à inundação global...
E das gerações que se seguiram.
O que são todos esses fenômenos pseudo lendários? Mistura de misticismo e fantasia, ou criatividade exacerbada transformada em verdade por ingênuos escritores, que contam com um público mais ingênuo ainda disposto a acreditar em tudo?
Podemos arrolar todas essas histórias na categoria de distúrbios psicossociais, agravados pela multiplidade das informações aleatórias, que viajam sem critério algum através dos computadores espalhados pelo mundo...?
Esta é uma questão que não pode ser respondida com a simplicidade que muitos pesquisadores do comportamento humano querem reconhecer.
Não podemos admitir que todos os pesquisadores independentes sejam alucinados místicos ou mentirosos patológicos...
Alguns realmente o são!
O fato é que o número de casos que se avolumaram a partir da década de sessenta sobre os discos voadores, por exemplo - e isto será tema para uma sequência de postagens vindouras - deixou as autoridades do planeta em polvorosa...
Não se sabia o que estava acontecendo...
Hoje nós temos um número muito maior de informações a este respeito, como também muitas testemunhas idôneas que participaram de um grandioso esquema de acobertamento...
Aí reside o problema...
Alguns morreram por isto!
Outros, cientistas, jornalistas, políticos, militares, em sua grande maioria, foram cooptados para criar uma atmosfera de ridículo, misturando informações cientificamente pertinentes com um monte de asneira, criando um quadro desfavorável a toda pesquisa que fugisse do padrão aceite, e a grande maioria dos cientistas idôneos, desinformados dos bastidores desta guerra de informação, ao debruçarem-se sobre notícias alarmantes sem nenhum critério científico riram-se com razão, mas cometeram o erro de julgar todos por um, ou um por todos...
Resultado: malditos todos aqueles que ousassem falar abertamente sobre temas "proibidos"...
Os Arquitetos do Senhor das Águas possuíam inúmeras ferramentas para fazê-los calar!
Este foi o maior golpe da história, a maior vitória das forças obscurantistas, e isto inclui também as informações sobre os vestígios daquelas civilizações desaparecidas, fora dos catálogos dos historiadores acadêmicos.
Mas qual a relação entre a Atlântida, Lemúria, Hiperbórea, etc.?
Provavelmente as três foram contemporâneas em determinadas épocas históricas desconhecidas...
Melhor explicado, quando uma destas "lendárias" civilizações tornara-se uma grande nação, as outras duas talvez estivessem em processo de formação, ou quem sabe duas delas fossem grandes num determinado período e entraram em guerra inevitavelmente, acelerando o processo de decadência de uma ou outra, até que uma terceira começasse a ameaçar a hegemonia das outras duas, ou da sobrevivente...
Enfim...
Para nós isto não é nenhuma novidade...
A nossa própria história registra isso ao longo dos séculos.
O fato concreto: se a existência de qualquer uma das três, ou quatro ou mil, fosse comprovada, ou melhor, catalogada, os livros de história de todo o mundo teriam de ser reescritos...
Não é o que o Senhor das Águas pretende.
Na verdade todas estas tramas estão interligadas, de uma maneira ou de outra; na realidade e na ficção; na Terra e fora dela...
Talvez a verdade não esteja apenas lá fora, mas nos interstícios da terra, sob as águas, escondidas nas montanhas que rodeiam o planeta, e nos documentos escusos dos homens trevosos...
Por que não?
A Hiperbórea original ficava onde hoje está situado o Polo Norte, visto que na remota antiguidade, bem antes da última era glacial, a configuração dos continentes, e dos polos, não era a mesma...
O dilúvio, que é descrito por várias religiões diferentes, parece ter sido uma catástrofe que ficou marcada na mente coletiva de todos aqueles povos que sobreviveram à inundação global...
E das gerações que se seguiram.
O que são todos esses fenômenos pseudo lendários? Mistura de misticismo e fantasia, ou criatividade exacerbada transformada em verdade por ingênuos escritores, que contam com um público mais ingênuo ainda disposto a acreditar em tudo?
Podemos arrolar todas essas histórias na categoria de distúrbios psicossociais, agravados pela multiplidade das informações aleatórias, que viajam sem critério algum através dos computadores espalhados pelo mundo...?
Esta é uma questão que não pode ser respondida com a simplicidade que muitos pesquisadores do comportamento humano querem reconhecer.
Não podemos admitir que todos os pesquisadores independentes sejam alucinados místicos ou mentirosos patológicos...
Alguns realmente o são!
O fato é que o número de casos que se avolumaram a partir da década de sessenta sobre os discos voadores, por exemplo - e isto será tema para uma sequência de postagens vindouras - deixou as autoridades do planeta em polvorosa...
Não se sabia o que estava acontecendo...
Hoje nós temos um número muito maior de informações a este respeito, como também muitas testemunhas idôneas que participaram de um grandioso esquema de acobertamento...
Aí reside o problema...
Alguns morreram por isto!
Outros, cientistas, jornalistas, políticos, militares, em sua grande maioria, foram cooptados para criar uma atmosfera de ridículo, misturando informações cientificamente pertinentes com um monte de asneira, criando um quadro desfavorável a toda pesquisa que fugisse do padrão aceite, e a grande maioria dos cientistas idôneos, desinformados dos bastidores desta guerra de informação, ao debruçarem-se sobre notícias alarmantes sem nenhum critério científico riram-se com razão, mas cometeram o erro de julgar todos por um, ou um por todos...
Resultado: malditos todos aqueles que ousassem falar abertamente sobre temas "proibidos"...
Os Arquitetos do Senhor das Águas possuíam inúmeras ferramentas para fazê-los calar!
Este foi o maior golpe da história, a maior vitória das forças obscurantistas, e isto inclui também as informações sobre os vestígios daquelas civilizações desaparecidas, fora dos catálogos dos historiadores acadêmicos.
Mas qual a relação entre a Atlântida, Lemúria, Hiperbórea, etc.?
Provavelmente as três foram contemporâneas em determinadas épocas históricas desconhecidas...
Melhor explicado, quando uma destas "lendárias" civilizações tornara-se uma grande nação, as outras duas talvez estivessem em processo de formação, ou quem sabe duas delas fossem grandes num determinado período e entraram em guerra inevitavelmente, acelerando o processo de decadência de uma ou outra, até que uma terceira começasse a ameaçar a hegemonia das outras duas, ou da sobrevivente...
Enfim...
Para nós isto não é nenhuma novidade...
A nossa própria história registra isso ao longo dos séculos.
O fato concreto: se a existência de qualquer uma das três, ou quatro ou mil, fosse comprovada, ou melhor, catalogada, os livros de história de todo o mundo teriam de ser reescritos...
Não é o que o Senhor das Águas pretende.
Na verdade todas estas tramas estão interligadas, de uma maneira ou de outra; na realidade e na ficção; na Terra e fora dela...
Talvez a verdade não esteja apenas lá fora, mas nos interstícios da terra, sob as águas, escondidas nas montanhas que rodeiam o planeta, e nos documentos escusos dos homens trevosos...
Por que não?
terça-feira, 20 de julho de 2010
DISSERTAÇÕES SOBRE AS CIVILIZAÇÕES DESAPARECIDAS IV
Dois fatos, de certa forma interligados, acrescentam mais lenha a esta discussão, a de que ao mesmo tempo em que nós somos enganados acerca da nossa história, existem realmente forças ocultas que querem que permaneçamos nesta escuridão eterna.
Aconteceu no dia 17 de janeiro de 1966...
Um bombardeiro americano B-52 do Comando Aéreo Estratégico e seu avião tanque chocaram-se em voo vertical perto da cidade espanhola de Cuevas de Almasor. Foi noticiado na época que este avião afundara nas águas do Atlântico levando consigo algumas bombas atômicas; para ser mais preciso quatro bombas H, as quais foram recuperadas.
Isto é fato, pode ser pesquisado nos arquivos de qualquer jornal da época, mas o que não vai ser encontrado é que as buscas pelas bombas H continuaram durante várias semanas, porque as autoridades norte-americanas precisavam encontrar a caixa preta do avião a qualquer custo...
Alguns anos depois, mais precisamente no ano de 1973, um grupo da Universidade californiana de Pepperdine, auxiliados pela AMRA, Associação Mediterrânea de Pesquisas, localizavam perto de Cádiz, a 16 milhas da costa, numa profundidade de 29 metros, uma série de estruturas arquitetônicas desconhecidas. A idade do achado arqueológico varia entre 1000 e 7000 anos A.C.
A Doutora Maxime Asher, que liderava o grupo californiano, negou, à época, que os achados arqueológicos pertencessem a uma colônia romana ou fenícia, isto porque as fotografias submarinas revelavam ruínas submersas diferentes de tudo aquilo que se conhecia em termos arquitetônicos...
Com licença, que entram em cena agora os Sacerdotes da Besta, os Arquitetos do Senhor das Águas, arregimentados em diversas Hierarquias espalhadas pelo mundo, com a função de espionar, conspirar, atrapalhar os caminhos da evolução...
A descoberta da Doutora Asher e do AMRA desencadeou uma série de represálias e desmentidos, que procuraram obstaculizar toda e qualquer pesquisa que pudesse ser efetuada a posteriori. Até intelectuais da época procuraram dissuadir a notável cientista a prosseguir com suas pesquisas.
Certo Almirante José Moscoco, responsável militar pelo Estreito de Gibraltar, assinou a sentença capital para que as pesquisas morressem de vez, recusando-se a permitir qualquer mergulho em águas territoriais espanholas...
Sabe-se que agentes americanos dos diversos serviços secretos monitoravam aquelas águas neste período...
Talvez não tenham sido apenas bombas H a desaparecerem no Atlântico naquele fatídico ano de 1966...
O pesquisador do insólito Jacques Bergier, narra que no momento da colisão dos dois aviões, testemunhas garantiram ter visto três objetos envolvidos no acidente...
O terceiro seria uma nave discóide...
E aonde foi parar este objeto?
As pesquisas iniciadas na costa da Espanha pela Doutora Maxime Asher tiveram de ser deslocadas para a costa irlandesa...
Aconteceu no dia 17 de janeiro de 1966...
Um bombardeiro americano B-52 do Comando Aéreo Estratégico e seu avião tanque chocaram-se em voo vertical perto da cidade espanhola de Cuevas de Almasor. Foi noticiado na época que este avião afundara nas águas do Atlântico levando consigo algumas bombas atômicas; para ser mais preciso quatro bombas H, as quais foram recuperadas.
Isto é fato, pode ser pesquisado nos arquivos de qualquer jornal da época, mas o que não vai ser encontrado é que as buscas pelas bombas H continuaram durante várias semanas, porque as autoridades norte-americanas precisavam encontrar a caixa preta do avião a qualquer custo...
Alguns anos depois, mais precisamente no ano de 1973, um grupo da Universidade californiana de Pepperdine, auxiliados pela AMRA, Associação Mediterrânea de Pesquisas, localizavam perto de Cádiz, a 16 milhas da costa, numa profundidade de 29 metros, uma série de estruturas arquitetônicas desconhecidas. A idade do achado arqueológico varia entre 1000 e 7000 anos A.C.
A Doutora Maxime Asher, que liderava o grupo californiano, negou, à época, que os achados arqueológicos pertencessem a uma colônia romana ou fenícia, isto porque as fotografias submarinas revelavam ruínas submersas diferentes de tudo aquilo que se conhecia em termos arquitetônicos...
Com licença, que entram em cena agora os Sacerdotes da Besta, os Arquitetos do Senhor das Águas, arregimentados em diversas Hierarquias espalhadas pelo mundo, com a função de espionar, conspirar, atrapalhar os caminhos da evolução...
A descoberta da Doutora Asher e do AMRA desencadeou uma série de represálias e desmentidos, que procuraram obstaculizar toda e qualquer pesquisa que pudesse ser efetuada a posteriori. Até intelectuais da época procuraram dissuadir a notável cientista a prosseguir com suas pesquisas.
Certo Almirante José Moscoco, responsável militar pelo Estreito de Gibraltar, assinou a sentença capital para que as pesquisas morressem de vez, recusando-se a permitir qualquer mergulho em águas territoriais espanholas...
Sabe-se que agentes americanos dos diversos serviços secretos monitoravam aquelas águas neste período...
Talvez não tenham sido apenas bombas H a desaparecerem no Atlântico naquele fatídico ano de 1966...
O pesquisador do insólito Jacques Bergier, narra que no momento da colisão dos dois aviões, testemunhas garantiram ter visto três objetos envolvidos no acidente...
O terceiro seria uma nave discóide...
E aonde foi parar este objeto?
As pesquisas iniciadas na costa da Espanha pela Doutora Maxime Asher tiveram de ser deslocadas para a costa irlandesa...
quinta-feira, 8 de julho de 2010
DISSERTAÇÕES SOBRE AS CIVILIZAÇÕES DESAPARECIDAS III
A GUERRA DO SAL
Conta-se que há muitos milhares de anos de nossa era, florescia uma civilização ciclópica em muitos sentidos, inclusive na sua constituição física, a Lemúria, cujos vestígios arqueológicos, de difícil datação e classificação, estão espalhados por dezenas de ilhas e ilhotas no imenso vazio que constitui o oceano Pacífico.
É difícil provar tal teoria, mas conta-se também que esta civilização fantástica foi minada aos poucos por um recurso muito ardiloso de outra civilização rival, então candidata ao título de maior império do planeta, como, de fato, assim aconteceu, a Atlântida.
A Lemúria, então, foi sendo envenenada paulatinamente pelo cloreto de sódio, mais conhecido entre nós pelo nome de sal.
Na Lemúria descobriu-se que este veneno, o sal, causava distúrbios ao metabolismo de sua população. Quem ingeria sal, mesmo em pequenas quantidades, ao longo de certo tempo, sentia estranhas mudanças em seu corpo físico, que, à época, ainda não estava totalmente definido como na sua forma atual.
Os sintomas deste envenenamento: um agradável torpor e o obscurecimento da consciência cósmica. A levitação já não era possível, visto que o sal aderia ao corpo físico prendendo-o à terra. Os espíritos libertavam-se numa ociosidade mórbida, tendo-se alguns deles, graças à dependência do sal, adquirido um crescimento avantajado do ventre. Os descendentes desta brilhante sociedade, com o passar dos anos, foram perdendo as faculdades paranormais; o terceiro olho, parcialmente obstruído nas raças precedentes, cristalizado naquilo que conhecemos por glândula pineal, que servia como motor para ditas faculdades, atrofiou-se de vez.
Começaçava, então, o período do expansionismo atlante.
Esta nova civilização, nascida em terras africanas, estendeu sua influência até o Mar Vermelho, onde os egípcios são a maior prova de sua existência. Deixaram sua cultura gravada em numerosos livros; um tesouro de conhecimento inigualável, cujos vestígios, podem ser vislumbrados nos livros gregos, caldeus e hebreus que chegaram até nós.
Os limites deste império chegavam até as costas do que é hoje o oceano Pacífico, nas terras maias, toltecas e astecas, visto que naquela época não existia ainda o oceano Atlântico que divide hoje os continentes africano e americano.
Porém, como a Lei do Eterno Retorno existe para todos, esta mesma civilização atlântida acabaria sendo superada por outra então emergente: a grega.
As faculdades paranormais, também presentes no povo atlante, pouco a pouco foram desaparecendo. O sal, que os atlantes usaram como arma para implodir o império lemurense, acabou por instalar-se em suas próprias fronteiras, e com a perda de suas faculdades paranormais, os atlantes tornaram-se cada vez mais materialistas, esquecendo-se de sua origem divina.
Os povos orientais, subjugados pelo império atlante, uniram-se contra os novos senhores do mundo, fatos narrados por Platão nos seus famosos diálogos.
As lendas, ou a história, utilizem a definição que se quiserem, encerram este período da Terra com diferenças sutis, mas três explicações sucedâneas merecem ser enumeradas:
A primeira delas, e a mais comum, diz que o reino da Atlântida foi tragado num maremoto de proporções apocalípticas, mas a segunda variante acrescenta que antes desastre natural houve uma aproximação planetária intrusa, que a mitologia narra como sendo a chegada de um deus, Faéton, na verdade um planeta errante que roçou a Terra causando todos esses distúrbios que nós tão bem conhecemos.
A terceira variante narra uma guerra de duas civilizações com grande poderio tecnológico, o que é explicado nos livros clássicos indus. Esta guerra, com desdobramentos a la Star Wars, seria a responsável pelas grandes transformações ambientais que se seguiram devido às forças empregadas, das quais duas são bem marcantes: a desertificação do Saara e o "racha" dos continentes africano e americano.
Lenda, pura e simplesmente...?
Ficção...?
Delírio pós modernista?
Façam suas apostas, honoráveis contemporâneos, porém não duvidem de nada...
Ainda.
Vocês não veem nenhuma similaridade...?
Conta-se que há muitos milhares de anos de nossa era, florescia uma civilização ciclópica em muitos sentidos, inclusive na sua constituição física, a Lemúria, cujos vestígios arqueológicos, de difícil datação e classificação, estão espalhados por dezenas de ilhas e ilhotas no imenso vazio que constitui o oceano Pacífico.
É difícil provar tal teoria, mas conta-se também que esta civilização fantástica foi minada aos poucos por um recurso muito ardiloso de outra civilização rival, então candidata ao título de maior império do planeta, como, de fato, assim aconteceu, a Atlântida.
A Lemúria, então, foi sendo envenenada paulatinamente pelo cloreto de sódio, mais conhecido entre nós pelo nome de sal.
Na Lemúria descobriu-se que este veneno, o sal, causava distúrbios ao metabolismo de sua população. Quem ingeria sal, mesmo em pequenas quantidades, ao longo de certo tempo, sentia estranhas mudanças em seu corpo físico, que, à época, ainda não estava totalmente definido como na sua forma atual.
Os sintomas deste envenenamento: um agradável torpor e o obscurecimento da consciência cósmica. A levitação já não era possível, visto que o sal aderia ao corpo físico prendendo-o à terra. Os espíritos libertavam-se numa ociosidade mórbida, tendo-se alguns deles, graças à dependência do sal, adquirido um crescimento avantajado do ventre. Os descendentes desta brilhante sociedade, com o passar dos anos, foram perdendo as faculdades paranormais; o terceiro olho, parcialmente obstruído nas raças precedentes, cristalizado naquilo que conhecemos por glândula pineal, que servia como motor para ditas faculdades, atrofiou-se de vez.
Começaçava, então, o período do expansionismo atlante.
Esta nova civilização, nascida em terras africanas, estendeu sua influência até o Mar Vermelho, onde os egípcios são a maior prova de sua existência. Deixaram sua cultura gravada em numerosos livros; um tesouro de conhecimento inigualável, cujos vestígios, podem ser vislumbrados nos livros gregos, caldeus e hebreus que chegaram até nós.
Os limites deste império chegavam até as costas do que é hoje o oceano Pacífico, nas terras maias, toltecas e astecas, visto que naquela época não existia ainda o oceano Atlântico que divide hoje os continentes africano e americano.
Porém, como a Lei do Eterno Retorno existe para todos, esta mesma civilização atlântida acabaria sendo superada por outra então emergente: a grega.
As faculdades paranormais, também presentes no povo atlante, pouco a pouco foram desaparecendo. O sal, que os atlantes usaram como arma para implodir o império lemurense, acabou por instalar-se em suas próprias fronteiras, e com a perda de suas faculdades paranormais, os atlantes tornaram-se cada vez mais materialistas, esquecendo-se de sua origem divina.
Os povos orientais, subjugados pelo império atlante, uniram-se contra os novos senhores do mundo, fatos narrados por Platão nos seus famosos diálogos.
As lendas, ou a história, utilizem a definição que se quiserem, encerram este período da Terra com diferenças sutis, mas três explicações sucedâneas merecem ser enumeradas:
A primeira delas, e a mais comum, diz que o reino da Atlântida foi tragado num maremoto de proporções apocalípticas, mas a segunda variante acrescenta que antes desastre natural houve uma aproximação planetária intrusa, que a mitologia narra como sendo a chegada de um deus, Faéton, na verdade um planeta errante que roçou a Terra causando todos esses distúrbios que nós tão bem conhecemos.
A terceira variante narra uma guerra de duas civilizações com grande poderio tecnológico, o que é explicado nos livros clássicos indus. Esta guerra, com desdobramentos a la Star Wars, seria a responsável pelas grandes transformações ambientais que se seguiram devido às forças empregadas, das quais duas são bem marcantes: a desertificação do Saara e o "racha" dos continentes africano e americano.
Lenda, pura e simplesmente...?
Ficção...?
Delírio pós modernista?
Façam suas apostas, honoráveis contemporâneos, porém não duvidem de nada...
Ainda.
Vocês não veem nenhuma similaridade...?
terça-feira, 8 de junho de 2010
O BRASIL ODEIA O ÓBVIO!
E isto o Senhor das Águas reconhece muito bem...
Ele sabe que o brasileiro tem horror àquilo que é gritantemente cristalino.
O brasileiro não é o povo mais esperto e malandro que há, mas com certeza é o mais lorpa e crédulo de todos aqueles que arrastam o esqueleto primitivo pela face da Terra...
E isto fica claro, claríssimo, pela classe dos políticos que nós temos...
Já fazem mais de vinte anos que o cidadão brasileiro elege democraticamente seus representantes nos poderes Executivo e Legislativo, e as máfias políticas, encasteladas em seus feudos estaduais, os exemplos são inúmeros, dominam o cenário político na mesma época...
Querem prova mais clara?
O falecido Leonel Brizola, que Deus o tenha na Santa Paz, o cidadão mais demagógico e fisiológico que eu vi no Rio de Janeiro...
Apesar de seu passado político suspeito, ele chegou ao Rio na década de 80, vindo de um exílio de quase vinte anos do exterior, então fez alianças com Deus e o diabo e passou a dominar a cena política carioca e fluminense enquanto foi vivo.
Querem saber os nomes dos seus filhotes monstruosos, piores que o de Rosemary...?
Pois o Senhor das Águas os reconhece nas figuras inesquecíveis de Marcello Alencar, César Maia e Anthony Garotinho, só para citar os mais importantes. Dos três citados acima, os últimos continuam a embrulhar o crédulo povo flumuninense, que continua acreditando no seu discurso melífluo...
E assim, a política neste estado maravilhoso tornou-se a bosta humana que dura até hoje.
Um exemplo ridículo para provar que o brasileiro não enxerga o óbvio...
O campeonato brasileiro de futebol...
Desde sempre a Europa, e até a Argentina!, reconhecem como sendo a melhor fórmula de disputa de campeonato o turno e returno com pontos corridos...
Sempre foi assim no mundo inteiro!...
Mas o Brasil - que tem ânsias de ser original em tudo! - só entendeu isso há cinco ou seis anos atrás...
E a Copa do Mundo?...
Daqui por diante vai ser escrita com letras maiúsculas para realçar o cheiro de merda!...
As Elites vampíricas deste país... e de outros também... que manipulam o povo brasileiro através de um Estado tacanho e uma mídia poderosa, estão carecas de saber que este evento está longe de ser o mais importante no calendário anual...
A mídia, que gasta milhões de dólares para aparelhar seus jornalistas capachos para cobrirem a Sacanagem da Copa, e a FIFA, outro tentáculo poderoso do Senhor das Águas, o que faz? Exige que os países sedes deixem de cobrar qualquer centavo relativo às coisas que levem o logo da Porra da Copa...
E isto apesar desses países sedes otários, como o Brasil, gastarem uma grana violenta para deixar tudo conforme a dona FIFA deseja, interferindo inclusive nas políticas internas de Estados, Municípios e União...
E depois, esses mesmos Estados, Municípios e União terão de dar a bunda para arrecadar recursos para pagar o evento que a dona FIFA só vai mamar na teta da vaca boa do futebol...
Ora! Isto só faz com que a dona FIFA se trasforme numa senhora cada vez mais gorda, corrupta e tirana!
Todo mundo sabe que os maiores eventos mundiais, os que engrandecem e dignificam esta combalida humanidade, e que verdadeiramente contribuem para a união de todos os povos e raças, são os culturais...
E uma das maiores provas disto é o Oscar!
A Copa do Mundo, Olimpíadas, etc., não servem para unir os povos, ao contrário do que os paparatas da mídia, robôs alienados por um patrão hipnotizador, papagaiatamente pregam...
Elas só incitam à competitividade e à rivalidade entre os povos...
É o tal negócio do dividir para governar, política tão antiga quanto talvez o Senhor das Águas...
Isto não interessa à evolução da Terra, mas sim à política vampiresca Dele...
Portanto, povo brasileiro, saia deste delírio hipnótico engendrado pelo demônio eletrônico! A Copa do Mundo não é, nem nunca foi, o maior evento do ano! Nem a seleção brasileira de futebol é a pátria de chuteiras, como queria o conservador Nélson Rodrigues.
Só a título de análise e reflexão pesquisem... Indaguem... Comprovem se a Copa do Mundo é um evento tão importante assim no seio de sociedades mais desenvolvidas como a canadense e a dinamarquesa por exemplo...
Acordem, brasileiros!...
De verde e amarelo, sim... e sempre... mas não necessariamente com a seleção brasileira de futebol.
hasta la vista...
Ele sabe que o brasileiro tem horror àquilo que é gritantemente cristalino.
O brasileiro não é o povo mais esperto e malandro que há, mas com certeza é o mais lorpa e crédulo de todos aqueles que arrastam o esqueleto primitivo pela face da Terra...
E isto fica claro, claríssimo, pela classe dos políticos que nós temos...
Já fazem mais de vinte anos que o cidadão brasileiro elege democraticamente seus representantes nos poderes Executivo e Legislativo, e as máfias políticas, encasteladas em seus feudos estaduais, os exemplos são inúmeros, dominam o cenário político na mesma época...
Querem prova mais clara?
O falecido Leonel Brizola, que Deus o tenha na Santa Paz, o cidadão mais demagógico e fisiológico que eu vi no Rio de Janeiro...
Apesar de seu passado político suspeito, ele chegou ao Rio na década de 80, vindo de um exílio de quase vinte anos do exterior, então fez alianças com Deus e o diabo e passou a dominar a cena política carioca e fluminense enquanto foi vivo.
Querem saber os nomes dos seus filhotes monstruosos, piores que o de Rosemary...?
Pois o Senhor das Águas os reconhece nas figuras inesquecíveis de Marcello Alencar, César Maia e Anthony Garotinho, só para citar os mais importantes. Dos três citados acima, os últimos continuam a embrulhar o crédulo povo flumuninense, que continua acreditando no seu discurso melífluo...
E assim, a política neste estado maravilhoso tornou-se a bosta humana que dura até hoje.
Um exemplo ridículo para provar que o brasileiro não enxerga o óbvio...
O campeonato brasileiro de futebol...
Desde sempre a Europa, e até a Argentina!, reconhecem como sendo a melhor fórmula de disputa de campeonato o turno e returno com pontos corridos...
Sempre foi assim no mundo inteiro!...
Mas o Brasil - que tem ânsias de ser original em tudo! - só entendeu isso há cinco ou seis anos atrás...
E a Copa do Mundo?...
Daqui por diante vai ser escrita com letras maiúsculas para realçar o cheiro de merda!...
As Elites vampíricas deste país... e de outros também... que manipulam o povo brasileiro através de um Estado tacanho e uma mídia poderosa, estão carecas de saber que este evento está longe de ser o mais importante no calendário anual...
A mídia, que gasta milhões de dólares para aparelhar seus jornalistas capachos para cobrirem a Sacanagem da Copa, e a FIFA, outro tentáculo poderoso do Senhor das Águas, o que faz? Exige que os países sedes deixem de cobrar qualquer centavo relativo às coisas que levem o logo da Porra da Copa...
E isto apesar desses países sedes otários, como o Brasil, gastarem uma grana violenta para deixar tudo conforme a dona FIFA deseja, interferindo inclusive nas políticas internas de Estados, Municípios e União...
E depois, esses mesmos Estados, Municípios e União terão de dar a bunda para arrecadar recursos para pagar o evento que a dona FIFA só vai mamar na teta da vaca boa do futebol...
Ora! Isto só faz com que a dona FIFA se trasforme numa senhora cada vez mais gorda, corrupta e tirana!
Todo mundo sabe que os maiores eventos mundiais, os que engrandecem e dignificam esta combalida humanidade, e que verdadeiramente contribuem para a união de todos os povos e raças, são os culturais...
E uma das maiores provas disto é o Oscar!
A Copa do Mundo, Olimpíadas, etc., não servem para unir os povos, ao contrário do que os paparatas da mídia, robôs alienados por um patrão hipnotizador, papagaiatamente pregam...
Elas só incitam à competitividade e à rivalidade entre os povos...
É o tal negócio do dividir para governar, política tão antiga quanto talvez o Senhor das Águas...
Isto não interessa à evolução da Terra, mas sim à política vampiresca Dele...
Portanto, povo brasileiro, saia deste delírio hipnótico engendrado pelo demônio eletrônico! A Copa do Mundo não é, nem nunca foi, o maior evento do ano! Nem a seleção brasileira de futebol é a pátria de chuteiras, como queria o conservador Nélson Rodrigues.
Só a título de análise e reflexão pesquisem... Indaguem... Comprovem se a Copa do Mundo é um evento tão importante assim no seio de sociedades mais desenvolvidas como a canadense e a dinamarquesa por exemplo...
Acordem, brasileiros!...
De verde e amarelo, sim... e sempre... mas não necessariamente com a seleção brasileira de futebol.
hasta la vista...
sexta-feira, 21 de maio de 2010
DISSERTAÇÕES SOBRE AS CIVILIZAÇÕES DESAPARECIDAS.(CONTINUAÇÃO)
"A arqueologia não é uma ciência mas uma vindicta". Assim sacramentou um célebre arqueólogo inglês, um tal de Sir Mortimer Wheeler, e assim começa o grande Jacques Bergier o seu livro "Os Livros Malditos".
Existe um "cisma" entre os principais egiptólogos ao longo da história...
Não resta a menor dúvida...
De um lado temos a casta acadêmica, que detém o poder, e, por conseguinte, domina as informações que devem ser divulgadas ao público, aquelas que devem ser preservadas das polêmicas usuais, e de outro está um grupo de pesquisadores independentes...
Este segundo grupo, que não teme o diálogo, tampouco a polêmica, assinala que a antiguidade da civilização egípcia é muito mais antiga do que querem os estudiosos ortodoxos. Existem "N" problemas na datação e na completa compreensão do que foi esta misteriosa civilização do passado.
Os cientistas conservadores querem que nós, os leigos, engulamos o fato de que aquela civilização dos faraós saiu de um estágio no neolítico e deu um salto quântico a fim de dominar a medicina e astronomia, isto para citarmos apenas dois dos exemplos mais conhecidos.
Existem outros absurdos como este, como insistirem que as pirâmides foram erguidas por um exército interminável de pobres escravos carregadores de blocos de centenas de toneladas, arrastando-os pelas areias de Gizé...
Ou seja, a explicação oficial, nestes casos, é cômica...
Imaginem o Homer Simpson, o chefe da família Simpson, do desenho de TV, fazendo uma palestra sobre o assunto...
Uma das maiores contradições levantadas por esses estudiosos independentes diz respeito ao conhecimnento suposto deste povo longevo...
Este conhecimento, segundo um outro pesquisador, Alvarez Lopez, é muito mais meticuloso conforme recuamos no tempo, ou seja, parece que a civilização egípcia foi "esquecendo" toda aquela ciência que a elevou a uma categoria muito acima daquelas que a circundavam na África.
A própria prática da mumificação seria um espectro, uma mera reminiscência, distorcida por uma religiosidade tacanha.
A questão da civilização egípcia daria assunto para muitas postagens, e este assunto não se esgota aqui, mas nosso propósito, neste momento, é despertar os amigos para uma prática constante ao longo da história, o da manipulação e ocultação da verdade por parte das elites dominantes, o que sempre foi o tema central deste blog, e é a idéia principal do meu romance de mesmo nome...
Mas não poderia encerrar esta postagem sem falar na Biblioteca de Alexandria...
Diz ainda Jacques Bergier no livro citado acima:
"A destruição da grande biblioteca de Alexandria foi rematada pelos árabes em 646 da era cristã. Mas essa destruição fora precedida de outras, e o furor com que essa fantástica coleção de saber foi aniquilada é particularmente significativo"...
Consta que a Biblioteca de Alexandria agrupava, em seu início, mais de setecentos mil papiros, e este número foi aumentando com o tempo...
Um dos patrocinadores da destruição sistemática deste repositório do conhecimento antigo foi, nada mais nada menos, do que o grande Júlio César.
Todas aquelas obras perdidas dos grandes escritores e dramaturgos gregos estavam no rol das obras que desapareceram em inúmeros incêndios e pilhagens oficiais ou não, bem como as obras dé Berose e Manethon, para citarmos o mínimo...
Ou seja, todo o conhecimento das origens da humanidade, um saber científico e iniciático do qual podemos apenas sonhar, está restrito hoje a algumas seitas esotéricas espalhadas pelo mundo...
Este conhecimento primordial, imprescindível, nos foi apagado propositalmente, e isto, ainda segundo Jacqques Bergier, graças a um grupo que ele denominou de "Os Homens de Negro".
Bergier insiste que este grupo, responsável pelo controle da informação ao longo da história, continua ativo...
Aqui voltamos ao Senhor das Águas...
Voltamos, mas já paramos...
Para reiniciarmos na semana que vem...
Despertai!
Existe um "cisma" entre os principais egiptólogos ao longo da história...
Não resta a menor dúvida...
De um lado temos a casta acadêmica, que detém o poder, e, por conseguinte, domina as informações que devem ser divulgadas ao público, aquelas que devem ser preservadas das polêmicas usuais, e de outro está um grupo de pesquisadores independentes...
Este segundo grupo, que não teme o diálogo, tampouco a polêmica, assinala que a antiguidade da civilização egípcia é muito mais antiga do que querem os estudiosos ortodoxos. Existem "N" problemas na datação e na completa compreensão do que foi esta misteriosa civilização do passado.
Os cientistas conservadores querem que nós, os leigos, engulamos o fato de que aquela civilização dos faraós saiu de um estágio no neolítico e deu um salto quântico a fim de dominar a medicina e astronomia, isto para citarmos apenas dois dos exemplos mais conhecidos.
Existem outros absurdos como este, como insistirem que as pirâmides foram erguidas por um exército interminável de pobres escravos carregadores de blocos de centenas de toneladas, arrastando-os pelas areias de Gizé...
Ou seja, a explicação oficial, nestes casos, é cômica...
Imaginem o Homer Simpson, o chefe da família Simpson, do desenho de TV, fazendo uma palestra sobre o assunto...
Uma das maiores contradições levantadas por esses estudiosos independentes diz respeito ao conhecimnento suposto deste povo longevo...
Este conhecimento, segundo um outro pesquisador, Alvarez Lopez, é muito mais meticuloso conforme recuamos no tempo, ou seja, parece que a civilização egípcia foi "esquecendo" toda aquela ciência que a elevou a uma categoria muito acima daquelas que a circundavam na África.
A própria prática da mumificação seria um espectro, uma mera reminiscência, distorcida por uma religiosidade tacanha.
A questão da civilização egípcia daria assunto para muitas postagens, e este assunto não se esgota aqui, mas nosso propósito, neste momento, é despertar os amigos para uma prática constante ao longo da história, o da manipulação e ocultação da verdade por parte das elites dominantes, o que sempre foi o tema central deste blog, e é a idéia principal do meu romance de mesmo nome...
Mas não poderia encerrar esta postagem sem falar na Biblioteca de Alexandria...
Diz ainda Jacques Bergier no livro citado acima:
"A destruição da grande biblioteca de Alexandria foi rematada pelos árabes em 646 da era cristã. Mas essa destruição fora precedida de outras, e o furor com que essa fantástica coleção de saber foi aniquilada é particularmente significativo"...
Consta que a Biblioteca de Alexandria agrupava, em seu início, mais de setecentos mil papiros, e este número foi aumentando com o tempo...
Um dos patrocinadores da destruição sistemática deste repositório do conhecimento antigo foi, nada mais nada menos, do que o grande Júlio César.
Todas aquelas obras perdidas dos grandes escritores e dramaturgos gregos estavam no rol das obras que desapareceram em inúmeros incêndios e pilhagens oficiais ou não, bem como as obras dé Berose e Manethon, para citarmos o mínimo...
Ou seja, todo o conhecimento das origens da humanidade, um saber científico e iniciático do qual podemos apenas sonhar, está restrito hoje a algumas seitas esotéricas espalhadas pelo mundo...
Este conhecimento primordial, imprescindível, nos foi apagado propositalmente, e isto, ainda segundo Jacqques Bergier, graças a um grupo que ele denominou de "Os Homens de Negro".
Bergier insiste que este grupo, responsável pelo controle da informação ao longo da história, continua ativo...
Aqui voltamos ao Senhor das Águas...
Voltamos, mas já paramos...
Para reiniciarmos na semana que vem...
Despertai!
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