terça-feira, 26 de novembro de 2013

HISTÓRICAS FANTÁSTICAS XVI

        John Dee foi um dos poucos homens que, em plena Idade Média, disse ter contato com seres de fora da Terra. Conta-se também que ele aprendeu sua linguagem, e tentou estabelecer com eles contatos regulares...
        Infelizmente muito pouco dessas experiências sobreviveu. Suas notas desapareceram num incêndio em sua casa...
        Oportuno, não?
        Alguns de seus estudos chegaram até nós com o título A Verdadeira Relação de Causaubon, onde ele discute certas relações de Projeções de Mercator, em que físicos e matemáticos talvez tenham um maior conhecimento; de qualquer maneira parece que Dee foi o primeiro a falar de Universos Paralelos ao expor um conhecimento controvertido sobre a verdadeira esfericidade da Terra, composta por várias esferas superpostas e alinhadas em outras dimensões...
        De qualquer forma John Dee demonstrou o verdadeiro aspecto de um alquimista, em busca de um conhecimento oculto que bem poucos seres humanos tem acesso, mesmo que ele não seja considerado como tal...
        O problema parece bem ser este aqui na Terra: há um pequeno grupo de homens ou seres que julga tudo aquilo que deve ou não deve ser divulgado aos simples terráqueos...
        Parece também que Dee afirmou, ou estudou, ou ousou ir além da matemática de Euclides, que, aliás, traduziu para o inglês pela primeira vez...
        Esta parece ser sua obsessão, os números, dos quais ele deve ter ido muito além da aritmética superior, se levarmos em consideração o seu contato com aqueles seres desconhecidos de fora da Terra...
        É bem provável que John Dee tenha sido realmente um dos primeiros contatados da história...
        Uma de suas previsões, ou "visões" foi a de que poderíamos construir máquinas no futuro que nos dariam certo conforto para nos dedicarmos a coisas mais importantes. Seja como for, parece que isto está realmente acontecendo. O mais incrível foi ele ter dito que isto, na verdade, já fora experimentado, e nos fornece até uma data precisa: 1585...
        Mas onde tais experimentos aconteceram...?
        Continua...

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

HISTÓRIAS FANTÁSTICAS - XV

        É possível uma comunicação direta com os extraterrestres, ou extrassituacionais...?
        Se julgarmos que o matemático, filósofo, alquimista, espião, etc. John Dee já andava as voltas com estas comunicações por volta do século XVI, ou seja, quatro séculos antes dos modernos contatos ufológicos de primeiro, segundo, terceiro e quarto graus, a resposta só pode ser positiva.
        John Dee teve este contato através de uma espécie de espelho negro, uma pedra misteriosa que existe até hoje no Museu Britânico, e que, curiosamente, o museu não permite que ninguém a retire para estudos sobre sua procedência e características científicas...
        Talvez a partir desta história o mito de falar com uma entidade através de um espelho mágico tenha se iniciado. O fato é que John Dee é uma figura envolta em muitas lendas (ou verdades) em relação a uma série de eventos que originaram muitos livros sobre mistérios e espionagem...
        Por exemplo, diz-se que ele foi o autor de uma obra deveras enigmática: A Monada Hieroglífica...
        Neste livro, Dee revela alguns segredos de estado relativos à criptografia, porém o autor Jacques Bergier alega que os alquimistas também escreviam sob código, e é ainda Bergier quem acredita que John Dee foi muito além dos códigos criptográficos comprometedores de segredos de estado, referindo-se a algum conhecimento iniciático que certas pessoas, talvez os famosos Homens de Preto, não gostam de ver revelados, pois temem que certos conhecimentos, revelados na época errada, podem comprometer o natural processo de desenvolvimento da humanidade...
        Ou será que esses mantenedores da ordem misteriosos querem justamente que a humanidade não se desenvolva...?
        Continua...
         

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

HISTÓRIAS FANTÁSTICAS - XIV

        A Conspiração é real. Ela existe; não é fantasia  barata de homens delirantes à procura de fama, porque não é este o meu papel...
        Aliás, nem é o motivo desta série, mas estas histórias fantásticas também servem para ilustrar aquilo que já vimos falando há algum tempo...
        Não sabemos o nível de envolvimento de cada organização criada para este fim, aliás, nem sabemos realmente quantas organizações desta natureza existem, só sabemos que existe o Mossad, o FBI, a CIA, a NSA, a extinta KBG, a igualmente extinta Gestapo, que, aliás também, transplantou-se em parte para os Estados Unidos, e a outra parte, a de menor importância, ficou na Alemanha Ocidental...
        E temos A Comissão Trilateral, o CFR, os Bilderbergers e outras tantas confrarias que não me ocorrem agora, e que, de repente, só servem de bucha de canhão...
        Voltando à vaca fria, mas sem nenhuma segunda intenção, Madame Blavatsky conheceu de perto o inferno que é desafiar o conhecimento oculto dessas organizações, e a maior prova de que ela estava certa, foi a declaração do próprio Gandhi de que ela participou ativamente no processo de independência da Índia...
        E não podemos nos esquecer também que o próprio Gandhi foi assassinado, como sempre nesses casos, o criminoso nunca tem registros anteriores de pertencer a nenhuma organização terrorista ou similar, ou, quando tem, as informações somem num mar de burocracia, mentiras e desinformação, quando não é o próprio assassino que some deste mundo...
        Por falar em cortina de fumaça, aliás... (Aliás, eu acho que estou falando muito "aliás") Segundo Jacques Bergier, alguma "organização" mais poderosa que o próprio serviço de inteligência britânico procurou silenciar Madame Blavatsky...
        E o livro Estâncias de Dzyan... O que aconteceu a ele...?
        Na próxima postagem eu conto. Não percam...

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

HISTÓRIAS FANTÁSTICAS - XIII

        Entre idas e vindas, Madame Blavatsky voltou ao Velho Oeste americano, depois Índia, onde parece ter recebido ameaças para devolver o livro Estâncias de Dzyan...
        Devolver para quem, cara pálida, já que falamos de velho Oeste...
        Em 1870, de volta à Índia, o navio onde ela estava explodiu matando quase todo mundo, exceto elazinha!
        Depois, numa entrevista em Londres, a irrequieta Blavatsky sofreu outra tentativa de assassinato, mas mais uma vez escapou...
        A partir de então ela conclui que uma sociedade secreta, com múltiplas ramificações pelo mundo, está interessada em sua morte. Será a mesma que durante gerações vigia a revelação de certos segredos, digamos, invioláveis?
        De volta aos Estados Unidos ela se casa com  Henry Steel Olcott. Juntos, ambos fundarão a hoje famosa Sociedade Teosófica, mas os segredos contidos no livro Estâncias de Dzyan, estes, continuarão a chacoalhar o mundo de finais do século XIX...
        Casada, Blavatsky e Olcott voltam à Índia, desta feita como representantes oficiais do governo norte-americano, para participarem de uma reunião com os mestres da Loja Branca, o que quer seja isto...
        O que é importante salientar é que desde o início esta visita foi recheada de incidentes desagradáveis, culminando com a prisão do casal por autoridades inglesas que os acusavam de serem espiões russos! O fato é que a posse de As Estâncias de Dzyan, escrito numa língua que ninguém ouvira falar, a senzar (sic), era o verdadeiro pomo da discórdia. A verdade é que uma conspiração envolvendo autoridades inglesas, indianas e outras personalidades que nunca se identificou foi montada para desacreditar e talvez reaver o perigoso livro...
        Isto prova a teoria de que existem as tais eminências pardas há éons, controlando o conhecimento e o mundo por trás dos bastidores...

terça-feira, 15 de outubro de 2013

HISTÓRIAS FANTÁSTICAS - XII

       

        Prossegue a epopeia de Madame Blavatsky...
        Depois de aventurar-se pelo velho oeste americano, Madame Blavatsky voltou a Londres, onde conheceu um tal Kout Houmi Lal Sing...
        Segundo alguns, esse sujeito era agente de uma sociedade secreta hindu que manipulava Madame Blavatsky a fim de favorecer a independência da Índia. Porém, para o serviço secreto soviético Blavatsky era considerada um instrumento do imperialismo britânico.
        O mais interessante é que, mesmo que todas essas referências sejam falsas, nós temos uma mulher cuja cultura limitava-se a romances baratos de camelô, e que, de repente, se torna uma das pessoas mais cultas de todo o mundo, escrevendo sobre temas tão vastos como a semântica do sânscrito arcaico, ou física nuclear...
        Nas cartas publicadas em parte da correspondência entre Blavatsky e o tal Kout Houmi já se falava do perigo das armas atômicas, isto quase cem anos antes de 1945! Também se falou sobre a necessidade de se guardar certos segredos...
        Ora! Que segredos ameaçadores são esses cuja revelação pode colocar o mundo em perigo...?
         Dizem que o secretário de Madame Blavatsky, George Robert Mead era um sujeito de grande cultura, mas o seu acervo não alcançava a dimensão universal tão avançada para a época como a tratada pelas obras de Madame Blavatsky, e ele só conviveu com ela os últimos três anos de sua vida. Tal conhecimento adquirido, segundo ela própria, pela descoberta da obra Estâncias de Dzyan, que ela apreendeu, primeiro através de visão remota, depois o livro lhe foi presenteado pelos próprios indianos...
        Que indianos eram esses...?
        Continua...

domingo, 6 de outubro de 2013

HISTÓRIAS FANTÁSTICAS - XI

        Agora, fantástica mesmo é a história de Madame Helena Blavatsky, a criadora da Sociedade Teosófica mundial...
        Vocês a conhecem...?
         Olhem só isso...
        Helena Petrovna Blavtsky nasceu na Rússia em 30 de julho de 1831. Já no dia do seu batismo, que deve ter sido segundo a Igreja Ortodoxa, a casula do padre pegou fogo e ele se queimou com gravidade... A partir de então Helena passou a hipnotizar seus amiguinhos com a idade de cinco anos...
        Aos 15 desenvolveu a clarividência, e passou a trabalhar para a polícia, descobrindo criminosos onde a polícia não era capaz de enxergar...
        Quando todos pensavam que ela fosse louca, a família salvou-a simplesmente... casando-a. Acho que isto tornou-a mais "danada" da vida, então ela fugiu para o Egito...
        Parece que no Cairo, Helena Blavatsky entrou em contato com o famoso, e não menos misterioso, Livro de Toth, que dizem ter escapado às fúrias incendiárias da Grande Biblioteca de Alexandria. Neste momento começa uma nova fase da na vida de Helena Blavatsky...
        Ela conhece um suposto mago copta que lhe revela a existência de um segundo livro poderoso...
        As Estâncias de Dzyan. Este livro, aparentemente, se encontraria no Tibet. Segundo este mago o livro poderia revelar-lhe segredos em relação a outros mundos que não a Terra...
        Então Helena Blavatsky saiu a procura do tal livro...
        Se o encontrou ou não, ninguém pode ter certeza, mas o certo é que ela foi à Europa a partir daí, depois para a América, e acreditem, ela envolveu-se com assaltantes de bancos no velho Oeste...
        Segundo Jacques Bergir não é história, é histórico!
        Continua...

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

HISTÓRIAS FANTÁSTICAS - X

        Essa foi tirada do livro de Jacques Bergier, na tradução para a Hemus, Os Extraterrestres na História. Pasmem! Trata-se de uma história real, pelo menos o inventor do Realismo Fantástico a vendeu como tal! Não posso assegurar se ela é verídica ou não. Vamos lá...
        Aconteceu na Espanha, verão de 1887, próximo à localidade de Banjos. Camponeses trabalhavam em seu campo quando viram sair de uma caverna duas crianças, um menino e uma menina...
        As roupas dos dois pequenos era confeccionada num tecido desconhecido e a pele das crianças tinha o tom das folhas das árvores! Eles falavam uma língua que ninguém pôde identificar, ainda que especialistas vindos de Barcelona tentassem em vão detectar a ambos, a linguagem e a natureza das roupas, tudo foi em vão...
        As crianças foram levadas, então, ao juiz de paz, Senhor Ricardo de Calno, que tentou tirar a cor verde da pele das crianças, mas aquilo não era pintura, mas pigmentação verdadeira! O casal de crianças apresentava ligeiros traços negróides, embora os olhos se parecessem mais com os dos asiáticos...
        Durante cinco dias diversos tipos de alimentos foram oferecidos às crianças, que recusaram-se a comer. Finalmente depois trouxeram-lhes feijões recém colhidos que, aí sim, eles comeram...
        O menino morreu logo, mas a menina sobreviveu. A pigmentação verde de sua pele foi desaparecendo aos poucos, revelando uma aparência da raça branca. Ela foi empregada doméstica na casa do próprio juiz. Ao ser interrogada tempos depois, pois aprendeu o espanhol razoavelmente, o mistério de sua origem só aumentou...
        Segundo ela, o país de onde veio era um lugar sem sol, onde reinava um crepúsculo perene; este país era separado por um grande rio; do outro lado havia um país luminoso. Subitamente houve um turbilhão (Sic), acompanhado de terrível ruído que jogou as crianças nesta caverna onde foram encontradas pelos camponeses...  
        Ao final do século XIX foram propostas inúmeras explicações que diziam respeito mais ou menos às fantasias da época, e teses absurdas como a que propunha que as crianças teriam vindo de Marte...
        E vocês... O que acham desta história...? Verdade ou mentira...? Mas numa coisa nós concordamos, ela é verdadeiramente fantástica!... É ou não é?
        Se vocês, leitores do mundo inteiro, souberem ou conhecerem alguma história incrível, postem-na nos comentários... Até a próxima, amigos...